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Tricks and Combos

Combo Tricks Evolution ,Video Mais Visto de Combo Tricks de 2009 ◘. Neste Video os Bboy mostram Movimentos Dificeis que So Pode ser Executado com Muita dedicaçao e Muito treino Ao Break Dance...
HIP HOP

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Uma das Equipe de dança de rua mais atuante e participativa no momento.
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Batalha Central

Dia 12 de Dezembro no Ginásio Deolindo Rodrigues você vai vibrar com as performances de Bboys, Bgirls e Poppers, que irão participar da Primeira Edição da Batalha Central em Codó - MA. Faça já a sua inscrição!!!
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Tudo que você precisa saber sobre o Breaking

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopCCostuma-se dizer que um B-Boy completo (porém básico), de acordo com os dançarinos do meio da década de 70, é aquele que realiza sua apresentação em 3 partes principais, sendo elas:


1°- Top Rock: É quando o B-Boy dança na vertical, em pé. Geralmente funciona como uma entrada na roda e preparação para o resto de sua performance.

2°- Footwork: como o próprio nome diz, é um trabalho feito com os pés, geralmente agachado, seria uma espécie de sapateado agachado, com chutes ao ar, etc…



3°- Freezes: é um “congelamento” no qual o B-Boy tem o ápice de sua apresentação. O Freezes é uma pose na qual o B-Boy pára, os bons freezes geralmente duram no mínimo 2 segundos e quanto maior o grau de dificuldade de execução, maior a sua qualidade.


É claro que os “Powermoves” e Saltos também podem ser incorporados, desde que o sejam feitos como dança, ou harmonicamente incorporados a ela.



Diferença entre Breaking e Rockin:

Rockin e Breaking têm cada uma a sua história própria e são
de diferentes escolas...Breaking tem sua maior influência na ERA
James Brown. Quem dança Breaking é B-Boy.


Rockin vem das Gangs Originais de Nova Yorque, mas ERA Disco
também teve influência decisiva sobre o Rockin, bem como James Brown.
Quem dança Rockin é um Rocker. O Rockin é também conhecido como
Up-Rockin ou Brooklyn Rock, este é o estilo no qual fazemos a
simulação de uma briga enquanto se dança, seu objetivo é marcar,
pegar o adversário desprevenido (burn) marcando assim pontos como
se de fato tivesse sido acertado algum golpe.

B-Boy = abreviação para Break Boy, Beat Boy ou Bronx Boy.


De onde vem o nome B-Boy:
A palavra B-Boy foi primeiramente usada por KOOL HERC.
Ele deu esse nome a todos os dançarinos do início dos anos 70,
e esta passou a ser uma designação a um Grupo de Elite de
Dançarinos que participavam nas festas de KOOL HERC.


Primeiros B-Boys
[Existem muitos dançarinos] nos pioneiros que foram considerados
os primeiros no início da década de 70: “SASA, TRIXIE, THE NIGGA
TWINS, EL DORADO MIKE, CLARK KENT, THE AMAZING BOBO, JAMES BOND,
SISTA BOO” e muitos outros.

Primeira Batalha de B-Boys documentada:
Rock Steady Crew Vs Dynamic Rockers no USA Roller Rink.


Vários dos movimentos usados por B-Boys têm nome e criador,
portanto é importantíssimo que respeitemos seus criadores bem
como suas origens, pois da mesma maneira que os golpes de Capoeira
têm seus nomes mantidos em português no exterior, devemos também
manter os nomes corretos dos movimentos que fazemos da maneira em
que eles foram originalmente criados, seria justo, no entanto,
que algumas traduções e não modificações sejam aceitas, como por
exemplo, o movimento “Windmill” que no Brasil é conhecido como Moinho de Vento.


MOVIMENTOS DE B-BOYS
1 – Head Spin (Giro de Cabeça)- Uma volta... “SWANE” do grupo ZULU KINGS foi o primeiro a usar o giro de cabeça no estilo B-Boying.
2 – Chair Freezes – este freeze foi inventado por “ROB” também do ZULU KINGS.
3 – CC Long Footwork (6 step ) – esse footwork realizado em seis passos foi inventado por “SPY” do grupo Crazy Comanders


4 – 4 step – O footwork “Four Step” (quatro passos) também foi inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
5 – Swipe (corte) – Inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
6 – Baby Bridges (ponte) – Primeiramente usado no B-Boying por Spy do Crazy Comanders.
7 – Chair Freezes feitos de um lado para o outro – feito primeiramente por “BOS” e “SPY”.


8 – Track (Floor) – conhecida como “Hélice” no Brasil, foi criado por “TRACK 2”
9– Primeira versão do Back Spin (Giro de Costas) - criado por “JOJO” da Rock Steady Crew


10 – Segunda inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “Mongo” foi quem criou
11 – Terceira inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “CRAZY LEGS” da Rock Steady Crew.
12 – Melhor B-Boy pra montagem de combinações e combos – “MONGO”
13 – Primeira versão do Giro de Mão (chamado 1990’s ou nineties nos EUA) – “TRACK 2” foi o primeiro a usar uma pirueta em quanto fazia a parada de mão enquanto dançava B-Boying.


14- Segunda Versão do Giro de Mão (1990’s ou nineties nos EUA) – “Crazy Legs da Rock Steady Crew” fez esse giro com uma rotatividade muito grande, ou seja girando muito(Spinning).


15 – Hand Glide (escorregão de mão)– primeiramente feito por “(Weeble Rock)”.


16- Windmills ou Contínuos (conhecido como MOINHO DE VENTO no Brasil) – Foi criado por “CRAZY LEGS” enquanto fazia um Backspin (giro de costas) e começou a desenvolvê-lo a partir daí.


17 – Tap Head Spin (Giro de Cabeça Contínuo) – criado por “KID FREEZE”
18 – Air Tracks – conhecido no Brasil como LOKO..., Criado por “KID FREEZE”, é a Hélice (track), mas sem tocar os pés no chão.
19 – Halos – no Brasil é conhecido como “Pião Japonês”, também criado por KID FREEZE, parece uma mistura entre o Moinho De Vento e o Giro de Cabeça.


20- Ninja Freeze – criado por “ICEY ICE” do Dinamic Force, Magic Force e NYC Breakers, é um freeze feito ao sair do moinho, fazendo-se um movimento aéreo e aterrissando na pose de Ninja.
21 – Head Glides - criado por “ICEY ICE” e ou “WAVY LEGS (do Dynamic Rockers)”, o Head Glide é um escorregão de cabeça, feito com as pernas pra cima parecendo um compasso, difere do giro de cabeça pelo fato de as pernas ficarem abertas no head glide e fechadas no head spin.


22 - Axle (também conhecido como Star Track ou Air Flare) – acredita-se que o primeiro a usar este movimento na Dança B-Boying foi “FREDDIE FRESH” no começo da década de 80.
23 – Plank Freeze – é um freeze inventado por “KEN SWIFT” da Rock Steady Crew.


24 – Spyderman Footwork – é o chamado footwork “Homem Aranha” criado por Mr. Wiggles da Rock Steady crew e atualmente membro do Electric Boogaloos.
25 – Air Baby – Freeze inventado por Ken Swift da RSC.


26 – Swirl (redemoinho) – inventado por Sir Swift..., É um giro com os dois cotovelos.
27 – Transição do Moinho de vento (Continuous ou windmill) para o Giro de mão(1900’s) – o primeiro a mudar do moinho para o giro de mão foi “BBOY GERMAN” do Bronx em Nova York.

28 – Wrist 90’s – é a parada de mão com uma mão só com a parte de trás da mão (o pulso)...Mas sem girar..., Ken Swift criou esse conceito.


29 – Wrist 90’s girando – “BOY GERMAN” foi o primeiro a fazer o giro de mão com o pulso (parte de trás da mão).

30 – Primeiro BBoy a incorporar Flares no B-Boying – BBOY GERMAN

31 – Elbo Slide - é um escorregão (slide) com o cotovelo, criado por Ken Swift

32 – Double Leg Sweeps – conhecido como “Esquadro” no Brasil, usado primeiramente por POW WOW do Soul Sonic Force.

33 – Elbo Spin – giro de cotovelo, criado por Kid Freeze.

34 – Bouncin CE CE’s – criado por Ken Swift e Mr Wiggles.


ESTILOS DE MOVIMENTOS DO BREAKING.

ESTILOS VERTICAIS: (Top Rock)

Indian Step ou Top Rock Basico:

É aquele passo comum que todo B-Boy faz de Top Rock com um
passo para cada lado marcando a batida mais forte.


Up Rock ou Brooklyn Rock:

É um estilo desenvolvido pelos “Rockers” do Brooklyn e cena
mais comum vista é quando 2 Rockers(ou Bboys), se enfrentam
usando gestos que parecem agressões um contra o outro com o
objetivo de tirar seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo
seguido. Criado entre 1967 / 1969 por com o objetivo de tirar
seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo seguido.
Criado entre 1967 / 1969 por Rubber Band e Apache no Brooklin,
alguns anos depois essa dança foi desaparecendo mas sua herança
foi deixada para os b.boys que ainda o fazem.


Charlie Rock:

Estilo inspirado em Charleston, mas adaptado a parecer
Funkeado pelos Bboys e Rockers.


Latin Rock:

Um estilo feito por latinos com um toque de Salsa

Python Style(estilo Jibóia):

Estilo criado por Ken Swift que imitava os movimentos de
um filme de Kung Fu.


Truck (caminhão):

É um estilo criado nos anos 70 e ensinado a Rock Steady Crew
por um famoso MS do Cold Crush 4 chamado “Almighty K Gee”.
Esse Top Rock involve movimentos que parecem como se estivéssemos
dirigindo um caminhão enquanto fazemos o Top Rock com movimentos
de um lado para o outro e dando a impressão de um pulo prolongado.


Boyoing(Top Rock):

É um estilo “impostor” de Top Rock.

Peace (PAZ) e Power Freeze:

Sim! Top Rockers também possuem freezes. Esse freeze é feito
com uma mão no chão e as pernas extendidas e separadas ou com os
joelhos levemente flexionados e a outra mão fazendo ou um sinal de
paz, ou um sinal de força com os punhos cerrados.
Você deve “embaralhar” os pés causando uma ilusão de arraste dos pés.


JERKS(Brooklyn style):

Rotações das mãos enquanto se dança com os pés e jogadas
(sacudidas) de corpo. Feito durante as transições de uma música pra outra.

SLEEPERS(Brooklyn Style):

Feito de maneira similar ao Baby Freeze, cruzando, chutando
e trançando as pernas durante os movimentos.

FOOTWORK

CC Long:

Atualmente conhecido como 6 step(six step), que é um nome que a Rock Steady Crew atribuiu a esse estilo de Footwork que leva 6 passos pra completar uma volta.

4 STEP(four step):

Footwork que leva 4 passos pra completar um volta.

Boyoing:

Um estilo “impostor” de Footwork feito pelos Bboys do meio da década de 70. É mais feito por Frosty Freeze da Rock Steady Crew.

ELBO Rock:

Footwork usando os cotovelos ao invés das mãos.

The Russian (o russo):

Estilo de footwork baseado na dança russa que se dança agachado chutando o ar, mas aqui ele é feito com um movimento de um lado para o outro e com as mãos tocando o solo entre cada oscilação. È mais feito por Ken Swift, Wicket, Flo Master, Crazy Legs.

Knee Rock:

Estilo de footwork do final dos anos 70 que usa os joelhos ao invés dos pés como forma de enfeite (especialmente o 6 step e o 4 step).

3 Step Baby Swipe:



Estilo de footwork feito em 3 passos, porém com cada um deles marcados de maneira forte, como um corte, uma pancada. Criado entre o fim da década de 70 e o começo da década de 80. Feito mais por Ken Swift (seria o footwork rock steady).

Double Leg Kicks:

Footwork feito imitando o movimento de Sammy Davi JR que no meio de seu estilo de footwork chutava o ar, pra cima com as duas pernas simultaneamente enquanto trocava de uma mão para a outra (chutar as duas pernas e ficar com uma mão no chão).

Spyder Style:

(Não deve ser confundido com o movimento no qual se traz as duas pernas por cima dos ombros). O estilo Spyder (aranha) era feito no fim dos anos 70. É um estilo no qual você fica em 4 apoios com o corpo de frente para o solo e faz-se um movimento que dá um “efeito de aranha”(usualmente feito como um estilo de transição entre dois estilos diferentes de footwork). Mais feito por Mr Wiggles, Bboy Steve(LV), Floor Rock.


FREEZES

Baby Freeze (original):

Caindo no solo de lado chutando o dedão ou dando birra.

Baby Freeze:

Pressão balançando sobre as mãos com uma perna no joelho da outra (às vezes feito com ambas às pernas abrindo e fechando como tesouras).

Chair Freeze:

O Chair freeze é similar ao Baby freeze, mas no Chair freeze a perna de trás (baixo) toca o solo e a outra perna fica cruzada as parte superior da perna de trás.

Hollow Back:

conhecido como escorpião no Brasil, ponte sem tocar o solo) Introduzido no B-boying por Kid freeze, e aperfeiçoado por Kid Float no começo dos anos 80. É uma parada de mão com seus pés caindo pra trás até quase tocar o solo.

Air Baby:

É a posição do Baby freeze, mas balançando sobre as mãos como numa parada de mão, mas com um dos cotovelos no joelho (e algumas vezes em uma só mão) era chamado de “dady bear”.

Ninja Freeze:

È um freeze que vem de um movimento de rápida torção, que aterrissa em uma posição de Ninja. Quem freqüentemente faz esse freeze é Icey Ice, Next One.

Plank Freeze:

É um Baby freeze, só que com as pernas extendidas (criado por Ken Swift).

Hi Plank:

É um freeze de parada de mão feita somente com uma mão, e com a outra mão na testa ou qualquer outro lugar (inspirado no Plank freeze… criado por Flo Máster e Quick Step).

One Hank Crutch / Flo Freeze:

Inspirado no famoso freeze de capoeira (queda de rins), difere pelos movimentos de tesoura e pelo fato do joelho tocar o cotovelo devendo ficar estático por 2 segundos.


ESTILOS:

Foundation (bases) Inicio dos anos 70:

Esse original estilo de Bboying não é muito parecido com o que fazemos atualmente. Esse estilo ainda permanece nas nossas gerações, mesmo tendo sido criado pela geração de Bboys do inicio dos anos 70.

No início dos anos 70 a base:

Top Rock, Footwork e Freezes não eram o que se considerava Bboying. Quem mais fazia era The Nigga Twins, DST.

Foundation (bases) Meio da década de 70:

O que conhecemos como bboying hoje foi criado por essa geração, Rock Steady crew foi uma dos últimos grupos a manter esse estilo na sua mais pura forma.

TEXT (texto):



Estilo de Bboying que envolve juntar muitos pequenos movimentos e footwork pra criar uma grande combinação (criada por Ken Swift, mas inspirado nos Bboys que ele cresceu assistindo como SPY e GREGO).

Abstract (abstrato):

Versão não ortodoxa do estilo TEXT com a adoção dos Power Move (criada por Remind). Mais visto em b.boys como Remind, Crumbs, Vietnam etc…

Power / Gimnastic:

Esse estilo foi originalmente feito como dança, utilizando tipos de movimentos de ginástica fundidos com Breakin. Porém feitos como dança e não como esporte cheio de tricks (brincadeiras, zuação, etc). Qualquer coisa que precise de força é incluída no estilo “power” (criado por Bboys como Track 2, Icey Ice, german, Float, Kid Freeze). Observamos esse estilo em b.boys como Wicket, Ivan, Iron Monkey.

Threads:

Estilo que imita a passagem da linha no buraco de uma agulha, porém feito com as partes do corpo (inovado por Mr Wiggles no começo da década de 80). Tem-se nomes como Gizmo, Vengeance, Crumbs.


ALGUNS SPIN MOVIES

Spin Movie é todo movimento de “giro”, todo movimento giratório que um b.boy faz.
Confundido com o Power Movie, esse movimento giratório deve ser executado de maneira correta, ou seja, dançada de acordo com os fundamentos da dança. Os Power Movies são movimentos de grande impacto e não de giro continuo como os spins.

NOMES DE ALGUNS SPIN MOVIES:


Handglide:

Deslizamento lateral, è um Baby Freeze mas girando sobre a mão.

* Crickets:

É o mesmo que o Handglide, mas você deve saltar quando faz o Cricket, é conhecida como “picada ou tartaruga”.

* Jackhammers:

É o mesmo que o Cricket, mas com uma só mão. É conhecida como “picada com uma mão”.

* Sideglide:

(deslizamento lateral) é o mesmo que o Handglide, mas agora, ao invés do seu cotovelo estar no seu abdômen, ele esta na lateral do seu corpo e seu corpo todo gira na lateral e não com o peito voltado para o chão como antes.

* Elbowglide:

(deslizamento com o cotovelo) o mesmo que o Handglide, mas agora sua mão esta no abdômen e seu cotovelo esta no chão. Você gira sobre o cotovelo.

* Fistglide:

(deslizamento com o punho) agora você gira com o punho e não com a palma da mão.

* Headglide:

(deslizamento com a cabeça) o mesmo que o Handglide mas agora você não esta mais com seu corpo na horizontal, seu corpo agora esta inclinado e sua cabeça esta raspando mesmo no chão, é um movimento com mais dificuldade pois é preciso encontrar seu ponto de equilíbrio deixando sua base ( mão) mais próxima na cabeça.

* Donut:

O mesmo que o Headglide mas agora sim seu corpo esta mesmo na vertical e não inclinado como antes.

Back Spin:

Giro de costas.


Wind Mills:

Moinho de vento.

* Genies – moinho de vento com os braços atravessados no tórax.

* Nutcrackers – moinho com as mãos no “saco” (americano).

* Airplanes

moinho com seu braço direito esticado para fora e para o lado tão alto quanto você puder.

* Barrels

moinho com os braços arredondados na sua frente (como se estivesse carregando um barril).

* Sumos

moinho agarrando os joelhos.

* Supermans

moinho com o tórax, onde os braços ficam para a frente ou para o lado (moinho de peito).

* Eggbeaters

moinho com as mãos no quadril.

* Confusions

moinho com a mão na orelha e o cotovelo ao lado no chão.
(Vietnã faz com um cotovelo).

* Body Glides

mesmo que Superman.

* Baby Wind Mills

moinho com as pernas encolhidas e cruzadas nos tornozelos sem o uso das mãos.

* Coffins

mesma coisa que o Baby Wind Mills mas sem cruzar as pernas nos tornozelos. São apenas as pernas encolhidas.

* Tombstones

moinho com as pernas fechadas e em formato de “L” sem o uso das mãos (bastante feito por “Bampy” – Suicidal Life Style), esse movimento foi criado por Babak, o flying monkey.

* Camnomballs

moinho com formato de uma bala de canhão com os braços abraçando os joelhos, como se fosse pular numa piscina.

* Eggbeater Babies

moinho baby com a mão no quadril, inventado por Inferno.

* Double Wind Mills

enquanto faz o moinho sem as mãos, levante suas costas e faça uma volta inteira com a cabeça (mistura de moinho com halos).


* Body Flairs

superman saltando / Body Glide.

Swipes:

Conhecido como “rotor” no Brasil. Seu corpo roda no ar através de um chute e uma porção do corpo sobre o apoio de uma mão.

Head Spin:

Giro de cabeça.

Flare:

movimento giratório com as pernas abertas igual da ginástica olímpica “cavalo de pau”.

Knee Spin:

Giro de joelho. Você apóia seu peso em um joelho ao chão e gira com sua outra perna esticada para a lateral.

A História do Breaking


Breaking, também conhecido como B-boying, parece estar diferente de todas outras espécies de danças.

Em Nova Iorque o fluxo maior de imigrantes pegaram lugar durante o anos 50's e 60's. Todos trouxe ao longo uma peça dele de cultura...goste das pessoas Africanas que trouxeram o ritmo. A influência de dança Africana dentro do Breaking está completamente óbvia, não unicamente por causa da "danças de círculo". Também a expressão B-Boying provavelmente originado da palavra africana "Boioing" que siginifca "pulo, salto".

Já nos anos 50 existido também uma dança especificada Lyndi Hop (também conhecido como Jitterbug-dança dificil e saltitante) que inclui uma seqüência que os homens deixam as mulheres de lado e dançaram mutuamente com rotinas e passos. Talvez eles até mesmo fizeram também alguma coisa na terra...não que havia uma influência direta de que dança para o Breaking mas somente para mostrar você que havia toda espécie de influências e outras danças, gostam de também dança do Tap, Salsa, Afro-cuban e danças Nativas de Americano.

Até mesmo o Charleston (dança dos anos20) que é conhecido como o "Charlie Rock" foi integrada dentro Breaking.

O ponto de início para o Breaking que é originado no Bronx Do Sul (NYC) no começo do anos 70's é chamado o James Brown que vira o hit chamado "Get on the Good Foot". Inspirado por ele, enérgico e quase dança acrobática em estágio, pessoas começaram a dançar "Get on the Good Foot".

Breaking é uma extensão do estilo de dança "Get on the Good Foot" . Juventudes porem deixam de gostar da pista de dança e quebram seus passos e se movem nas seções de Breaking que o DJ Kool Herc gravou duas cópias da mesma canção. Herc apelidou esses dançarinos de Breaking como Break-Boys (mais tarde encurtado para B-Boys).


Nos estágios antecipados esta dança consistia de Toprocks, Floorrocks e Freezes - giros não tiveram ainda dentro do estilo da dança.

Como a tradição de batalha de dança já esteve bem estabelecida naquele tempo e como incorporado dentro da cultura Hip Hop ("lute com criatividade, não com armas"), isto ficou mais e mais uma dança que envolvida ao B-Boy usando sua imaginação para executar o sapateados com os pés, arrastos e outros movimentos de batalha. A meta principal em uma Batalha de Breaking foi bater o "adversário" por existência da mais criativa com passos e freezes e por melhor e mais rápido movimento. Surge também as Crews - grupo de dançarinos que praticam o desempenhado juntamente - foi formado para desenvolver suas próprias rotinas de dança para ficar contra outras Crews.

A primeira Crew conhecida foi chamada The Nigga Twins e com outras crews The Zulu Kings, The Seven Deadly Sinners, Shanghai Brothers, The Bronx Boys, Rockwell Association, Starchild La Rock, Rock Steady Crew and the Crazy Commanderss, eles foram os pioneiros.

Depois alguns anos de desenvolver este novo estilo de dança (as influências principais estiveram cinema de Artes Marciaisl Oriental) havia dancarinos no médio dos anos 70's que teve já habilidades notáveis. O seguinte foi os B-Boys Kings nos meados de 70's: Beaver, Robbie Rob (Zulu Kings), Vinnie, Off (Salsoul), Bos (Starchild La Rock), Willie Wil, Lil' Carlos (Rockwell Association), Spy, Shorty (Crazy Commanders), James Bond, Larry Lar, Charlie Rock (KC Crew), Spidey, Walter (Master Plan) e outros...

A rivalidade de crews maiores durante aquele período foram entre o SalSoul (esta crew muda seu nome mais tarde p/ DiscoKids) e The Zulu Kings assim como entre Starchild La Rock e Rockwell Association.

Naquele tempo esteve ainda somente Freezes, Footworks e Toprocks. Não havia giros!


Pelos atrasado anos 70's um monte de B-Boys antecipados e uma nova geração de b-boys cresceu que até então sabiam os básicos com mais e mais giros em quase toda parte do corpo. Hoje em dia sabemos bem que os movimentos Headspinl, Backspin Continuo (Moinho De Vento) e toda espécie de deslizes e giros foi criado naquele tempo.

Em cerca dos anos 80's havia crews em NY como Rock Steady Crew, NYC Breakers, Dynamic Rockers, United States Breakers, Crazy Breakers, Floor Lords, Floor Masters, Incredible Breakers, Magnificent Force e muito mais. Algum dos melhor b-boys naquele tempo foi caras igual Chino, Brian, German (Incredible Breakers), Dr. Love (Master Mind), Flip (Scrambling Feet), Tiny (Incredible Body Mechanic) e muitos mais.

A rivalidade maior durante aquele tempo foi entre Rock Steady Crew e NYC Breakers assim como entre Rock Steady Crew e Dynamic Rockers. As batalhas de 80's entre essas crews foram atraidas a atenção da mídia.

Em '81 as ABC News mostram uma performance da Rock Steady Crew no Lincoln Center.

Então em '82 uma batalha entre Rock Steady Crew and Dynamic Rockers foi registrado ao filme/documentario " Style Wars" que esteve mais tarde também nacionalmente no PBS e o Breaking encontrado a caminho à Costa Oeste do USA. No mesmo ano o "Roxy" outrora conhecido como um Rollerskate Disco foi reaberto como um Hip Hop Clube.


Em '83 o filme "Flashdance" veio dentro os cinemas e o clipe de vídeo de Malcolm McLarens "Buffalo Gals" foi mostrado em TV. A Rock Steady Crew foi destacada em ambas produções e eles foram visto por toda a parte o mundo por causa do sucesso deste filme e esta canção. Que foi a liberação à explosão de mídia na maioria de países ao redor do mundo. Para todos o Breaking foi alguma coisa nova, alguma coisa que tem nunca tenha sido vista antes, alguma coisa que esteve realmente espetacular e fascinante. Ainda no mesmo ano o filme "Wild Style" saiu e para promover ele o "Wild Style" - teve uma excursão, que foi a primeira excursão internacional destacando a cultura Hip Hop. O MCs, DJs, artistas do Graffiti e Breakers foi também a Londres e Paris e isto foi o primeiro tempo que O Breaking podia ser visto "vivo" na Europa.

Em '84 o filme "Beat Street" saiu que destacava Rocky Steady Crew, NYC Breakers e Magnificent Force e nas cerimônias de fechamento dos Jogos De Verão da Olimpiada de L.A. mais de 100 B-Boys e B-Girls fizeram uma performance! Ainda no mesmo ano o "Swatch Watch NYC Fresh Tour" pegou lugar e o filme "Breakin" foi disparado e um ano mais tarde em '85 também "Breakin 2: Eletric Boogaloo". Ambos sendo filmado numa boate chamada "Radio" (mais tarde "Radiotron")em LA e eles mostraram que estavam continuando no Costa Oeste do USA.

Breaking ficou mais e mais uma tendência e B-Boys apareciam em comerciais (para leite, Right Guard, Burger King...) e espetáculos de TV (Fame, That's Incredible!, David Letterman,...). B-Boys foram até mesmo honrados convidados do príncipe de Bahrain e de Rainha Elizabeth.


Em '85 esteve também a liberação de " "Electro Rock" - um vídeo que foi filmado em uma festa na "Hippodome" em Londres e que mostra o UK Hip Hop (com os convidados do USA).

Em '86 a UK FRESH pegou lugar na Arena de Wembley (Londres) que esteve um dos eventos a maioria dos históricos e maiores b-boys daquele tempo.

Em '87 para a maioria das pessoas e particularmente pela mídia "Breakdance" foi jogado fora. Unicamente alguns b-boys continuaram a praticar e dançar seriamente, não unicamente em Nova Iorque mas no mundo inteiro.

Fonte: Break and Style

Conexões Hip Hop @ Sesc BM‏

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopEvento Conexões Hip Hop (Lançamento do CD 'Antes do Solo' e Leão Conquistador):

Local:

SESC - Barra Mansa:

Show com:

Bgame
1/4 Produções

Serviço:

R$ 8,00 Comunidade
R$ 4,00 Estudantes
R$ 2,00 Comerciarios

Mano Brown e Racionais ensaiam guinada “pop”!

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopOs sinais já estavam no ar, mas se intensificaram nas últimas semanas. O Racionais MC’s, mais importante e respeitado grupo de hip hop brasileiro, prepara-se para lançar um novo CD no qual deixa de lado, em algumas músicas, a temática de cunho social e a agressividade nas letras que sempre caracterizaram o grupo.


Além de canções sobre a “vida loka” dos jovens da periferia envolvidos com a miséria e o crime, celebrizadas em CDs como “Sobrevivendo no Inferno” e “1000 Trutas 1000 Tretas”, o grupo agora volta-se também para outros interesses e parceiros.


O sinal mais evidente desta guinada “pop” já circula no You Tube. Chama-se “Mulher Elétrica”. Bem-humorada, a letra da música contém trechos assim: “Ela é preta na cor loira no cabelo, ela é uma hora e meia em frente ao espelho. Ela é… Ela é Naomi, Ela é Clara, é Nunes, é Donna Summer, Rosa, é Sônia, Ela é Tereza, Ela é Ana, Ela é Glória, Ela é bem Brasil, me engana que eu gosto ela tem tristeza balança o swing rara beleza, Ela é…Onde vai…? Mulher Elétrica Mulher Elétrica 3000 volts”.


Como tudo que diz respeito a Mano Brown e os demais músicos do grupo, há muito segredo envolvido em seus novos movimentos. Uma das novidades – talvez a que venha causar mais surpresa para os fãs – é o rumor que Mano Brown estará na capa da revista “Rolling Stone”, cuja próxima edição chega às bancas no dia 10 de dezembro.
O editor-chefe da revista, Ricardo Cruz, diz não poder confirmar a informação, mas o Último Segundo ouviu de pessoas próximas aos Racionais que está tudo certo –as fotos, inclusive, já foram feitas.


Desde que surgiu à frente dos Racionais, no início dos anos 90, Mano Brown mantém o compromisso de não falar com a chamada grande imprensa. Oriundo do Capão Redondo, na zona Sul de São Paulo, o músico deu raras entrevistas nestes últimos 15 anos, normalmente apenas para veículos alternativos.


Outra novidade sobre Brown é a sua aproximação com a Banda Black Rio. O famoso grupo de funk e soul music, surgido na década de 70, retomou suas atividades no final dos anos 90, liderado por William Magalhães, filho do fundador da banda, Oberdan Magalhães.


Na última sexta-feira 20, Dia da Consciência Negra, Brown cantou quatro músicas no show que a Black Rio fez na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, dentro das atividades do Seminário Internacional da Cultura Digital, um evento destinado a discutir políticas públicas para a área da comunicação.


Acompanhado do rapper Dom Pixote, Brown cantou “O Jogo é Hoje”, música feita por encomenda para a Nike e utilizada na trilha da promoção “Batalha das Quadras”. Originalmente um campeonato de futsal para jovens, no Rio e em São Paulo, realizado em 2008, “Batalha nas Quadras” gerou um CD promocional, produzido pelo músico Ice Blue, dos Racionais, com a presença de vários jovens artistas do hip hop.
A primeira faixa, que dá nome ao disco, intitula-se justamente “O Jogo é Hoje”, e é uma parceria entre Brown (que assina “MB”) e Pixote. A música fala da ansiedade antes de uma partida de futebol, e é outro sinal de mudança de foco das preocupações de Brown e seus colegas dos Racionais.


Chamado de “presidente” por William Magalhães, Brown vestia uma vistosa camisa pólo da Nike, com o logo da empresa estampado no peito – modelo idêntico ao que Pixote usava. Estava bem-humorado, à vontade e simpático – outra novidade para quem já viu algum show dos Racionais.


O Último Segundo ouviu de fontes ligadas à promoção do show que a Nike teria interesse em adquirir os direitos de “O Jogo é Hoje” para utilizá-la em outras campanhas da marca, mas a empresa nega. A Nike “adoraria”, nas palavras de um executivo, ter relações com Mano Brown, “assim como com Gisele Bundchen” e outros formadores de opinião deste quilate.
Em 2007, durante entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Mano Brown travou um curioso diálogo com Ricardo Cruz, o editor da revista “Rolling Stone”, na qual reconhece que, para ele mesmo e para seus fãs, soa estranho utilizar roupas e tênis do fabricante americano.


Pergunta: Você conseguiu, Brown, fazer uma revolução interna no seu jeito de ser, de pensar? Você conseguiu lutar contra os seus, suas próprias contradições, seus próprios medos? Você consegue isso hoje?


Resposta: Na verdade, as contradições só acabam quando morre, né? Tipo, eu era um cara, hoje eu estou de Nike no pé, mas eu já xinguei a Nike muito por aí. Entendeu? Mas eu descobri também que a Adidas não me dá nada se ficar falando mal da Nike. Eu derrubo um e levanto a outra. A Adidas é dos alemães, não são nada. Estou de Nike, o KL Jay não usa Nike, vai ver o Nike que o Blue tá no pé? Entendeu? É contradição, Racionais é isso, é quatro caras, quatro mentes, quatro idéias, entendeu, meu? Eu sou o mais confuso dos quatro sou eu mesmo.

Comissão de Assuntos Sociais aprova regulamentação da “Profissão DJ”...

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopA Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira, dia 2 de dezembro de 2009, projetos de lei que regulamentam as profissões de apicultor, “DJ” e nutricionista. As propostas foram aprovadas em decisão final pela CAS. E concernente a nossa classe, a votação da proposta que beneficia e regulamenta a “Profissão de DJ” (PLS 740/07), contou com a presença de representantes da categoria, advindos de todo o Brasil...


O projeto que regulamenta a “Profissão de DJ” (Disc-Jockey) e “Produtor DJ” é de autoria do senador “Romeu Tuma” (PTB-SP). O senador Wellington Salgado (PMDB-MG), relator da matéria na CAS, acolheu o substitutivo da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). “Esse é um momento muito especial para todos nós da DISCOTERJ, que, muito antes de nos tornarmos uma grande FAMÍLIA, já tínhamos a frente de toda essa luta, a nossa querida e incansável Presidente Sandra Gal... Pessoa extraordinária, que durante 26 anos sempre acreditou na seriedade de nossa Profissão e não mediu esforços para que este sonho se tornasse uma realidade para muitos. Eu só tenho a agradecer a Deus por ter tocado no coração do senador Tuma, em beneficio de uma categoria que amarga há anos pelo reconhecimento de seu trabalho no mercado”, desabafa entusiasmado o “DJ Claysoul”, Diretor de Comunicação e Marketing da “DISCOTERJ”.


Praticamente rumando para a reta final de nossa luta pela legitimação de nossa Profissão, aguardamos ansiosos pelas demais instâncias em Brasília...

DJ TR

Pregador Luo agita multidão em Recife

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopConexão Brasil Hip Hop, o mundo do Hip Hop Brasileiro, para você amante do Hip Hop. Performances dos bboys e bgirls do nosso brasil.
Todos os elementos aqui, Rap, Break, Graffiti e DJ de todos os estados Brasileiros.


Os primeiros passos da cultura Hip-Hop em São Paulo

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopNelson Triunfo, João Break e Marcelinho

O programa Manos e Minas, da TV Cultura - em reportagem é de Zeca MCA - trouxe um pouco da história da cultura Hip-Hop em São Paulo e seus primeiros passos no Brasil. Através de entrevistas com personalidades como Nelson Triunfo, João Break, MC Jack e Marcelinho Backspin - precursores do "movimento" durante os anos 80 - e filmagens originais de época, o programa mostra os primeiros passos da cultura de rua na capital paulista.


Espetáculo da Studio de Dança Adriana Alcântara

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopO Festival de Dança Adriana Alcântara será hoje, no Teatro Municipal de Itajaí, com sessões às 18 e às 20 horas. O espetáculo abrange as modalidades baby class, jazz, ballet clássico, dança de rua, dança do ventre, danças de salão, dança contemporânea e sapateado. Sobem ao palco cerca de 200 bailarinos a partir dos três anos. Os ingressos estão à venda na bilheteria do teatro por R$ 10 (com a doação de 1 kg de alimento não-perecível). Informações: (47) 3366-1761.

ALUNOS DE 26 ESCOLAS PARTICIPARAM DO NOSSO BAIRRO, NOSSA GENTE

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopGrupos de dança, música, teatro e autores de poesias foram protagonistas da mais recente edição do projeto Nosso Bairro, Nossa Gente, realizada na Escola Municipal Sidônia Nasser do Prado. Alunos de 26 escolas participaram da mostra de artes, promovida pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Teart's Produções.


Uma das apresentações que chamaram a atenção dos organizadores do evento foi a de um grupo de Break Dance. Adriano Florencio, um dos integrantes, explica que a modalidade assemelha-se à dança de rua, mas tem coreografia própria: "É um estilo livre, que vem da cultura de rua mesmo".


Florencio e Fábio Augusto Oliveira, outro adepto do Break, foram selecionados para participar da última e maior edição do projeto, que acontece no dia 12 de dezembro, no Centro. Segundo eles, agora a dedicação à dança vai ser maior: "Vamos ensaiar uma nova coreografia, mais elaborada, para fazer um bom show".


A mostra contou ainda com a declamação de poemas, apresentação da Escola Livre de Música e de diversas danças. As melhores performances serão apresentadas na finalização do Nosso Bairro, Nossa Gente, que reunirá os talentos de sete comunidades: Barreto, Mirante, Jordanópolis, Jardim Emília, Copaco, Jordanópolis e Centro.


Saldo positivo

De acordo com o secretário municipal da Educação, Juvenil dos Santos, embora tenha envolvido 26 escolas municipais, estaduais e particulares, a última edição do projeto teve a adesão de todas as unidades: "Isto significa um reconhecimento da importância desta ação para a valorização das habilidades e talentos dos alunos".


Para a diretora do Núcleo Pedagógico da Educação, Cristiani Freitas, os talentos da cidade estão todos dentro das escolas: "A valorização da cultura é parte fundamental do processo de desenvolvimento de projetos de vida. As crianças e adolescentes precisam deste espaço".

Quebra-Nozes eclético

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip Hop ALUNOS DE DIFERENTES ESTILOS DO PRÓ-DANÇA FAZEM APRESENTAÇÕES DE FIM DE ANO INSPIRADAS NO CLÁSSICO BALÉ RUSSO


Um dos balés de repertório mais tradicionais no mundo da dança será o tema do espetáculo de final de ano do Pró-Dança - Escola de Ballet do Teatro Carlos Gomes, em Blumenau. A partir do tema Quebra-Nozes, 230 alunos e professores farão performances de balé clássico, dança contemporânea, jazz e sapateado. O Quebra-Nozes e Mais de Nós, apresentado hoje, amanhã e sábado, é uma adaptação baseada na criação do coreógrafo inglês Matthew Bourne, que deu ao clássico russo Quebra-Nozes uma versão mais contemporânea.



Na história, uma menina chamada Clara ganha de presente de Natal um boneco de madeira quebra-nozes. Ao adormecer sob a árvore natalina, ela sonha com o boneco em formato humano, lutando contra ratazanas. Depois da vitória, os dois vão ao Reino das Neves ao Reino dos Doces.



Itajaí


Em Itajaí, os alunos do Stúdio de Dança Adriana Alcântara entram em cena hoje. São duas apresentações na mesma noite, com cerca de 200 dançarinos, entre alunos, coreógrafos e professores, encerrando as atividades de 2009 da escola. O espetáculo terá coreografias dos estilos baby class, jazz, balé clássico, danças de rua, do ventre, de salão, contemporânea e sapateado. O festival de dança será no Teatro Municipal de Itajaí.

Encontro de hip hop agita São Paulo neste sábado

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopO terceiro encontro paulista de hip hop movimentou o Memorial da América Latina, na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, neste sábado (28).


Veja o site do SPTV
O ritmo faz mesmo a cabeça deles. Os mais crescidinhos já se arriscam. Kelvin de Jesus Oliveira, 13, aproveitou a oficina com o DJ Pogo, que veio da Inglaterra, ensinar os jovens. Tentou, mas só conseguiu fazer um som com a ajuda do mestre. “É difícil. Tem que ser fera”.


A cultura hip hop reúne música dos DJ's e MC's, a dança dos ‘b-boys’ e ‘b-girls’, o grafite e também uma arte curiosa. Ou como definir o ‘low rider’, a transformação dos carros? Eles são rebaixados e andam, às vezes, com uma roda suspensa. .


Esse encontro de não é só diversão, tem também papo sério. Durante a tarde, especialistas falaram com jovens, na língua deles sobre sexualidade, sobre direitos e deveres e também sobre a valorização da cultura hip hop.



“Agora é o momento de refletir sobre sexualidade, sobre assuntos sérios”, disse Márcio Santos, coordenador do evento. É a arte que nasceu nos guetos de Nova York e se espalhou pelo mundo. “O hip hop é o amor, alegria e posesia. Não tem cor, não tem raça não tem sexo”, contou Telmo Rodrigues Rocha, professor de dança.

Lilian Gumieiro celebra nova fase em "Brindando Mogi"

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopBÁRBARA BARBOSA
Da reportagem local
Com mais de 18 anos de tradição em Suzano, o Centro de Arte Lilian Gumieiro inaugurou uma filial em Mogi há oito meses. Hoje, a cidade terá a oportunidade de conhecer o novo trabalho em dança que aqui está sendo desenvolvido por meio do espetáculo "Brindando Mogi", que terá duas sessões no Teatro Vasques.


À venda por R$ 17, os convites podem ser adquiridos na unidade mogiana da escola, que fica na rua Coronel Souza Franco, 731, centro. A primeira apresentação será às 15 horas e, a segunda, às 20 horas. Mais informações pelo telefone 4726-1004.
No palco, cerca de 150 bailarinos, entre homens e mulheres de 3 a 60 anos, apresentam coreografias de temas livres, das seguintes modalidades: baby class, clássico, repertório, contemporâneo, jazz, musical, sapateado americano, flamenco, dança do ventre, dança indiana, dança de salão, street dance, wacking, dança gospel e country. "Os espetáculos de 2009 foram baseados em temas livres, já que a escola conta com 15 modalidades e dá a possibilidade ao aluno de escolher o estilo que mais se identifica, tanto para cuidar da saúde do corpo e mente ou para seguir sua carreira profissional na área de dança", explica a diretora da escola, Lilian Gumieiro.


Ao todo, 18 professores participaram da concepção do espetáculo, que tem direção artística de Lilian. Entre os coreógrafos, está a dançarina de dança do ventre Bianca Silêncio, que em 2009 ficou seis meses na Turquia em turnê. Também com passagem pelo exterior este ano, o professor Márcio Alves assina as coreografias de street dance. Em março, ele participou do campeonato mundial de dança de rua Juste Debout, em Paris (França), representando o Brasil.


Entre os alunos, destaque para o bailarino Jhonatan Vilela, que acaba de voltar de uma turnê em cruzeiros da Europa, e Milton André, que esteve no Canadá para uma temporada de estudos.


Em "Brindando Mogi" também serão apresentadas coreografias premiadas em 2009, como "Dreams", a vencedora da fase regional do Mapa Cultural Paulista 2009/2010, e "Grease", que recebeu o prêmio máximo no Festidança 2009. Ambas são assinadas pelo renomado coreógrafo Francisco Ribeiro, que no espetáculo também apresentará os musicais "Noviça Rebelde", "Buscapé", "Hair Spray" e "New York Old Show".

"Festival Consciência Hip Hop - A Cultura que Mistura" no Novo Milênio‏

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopNovo Milênio, bairro que resulta de uma invasão na região da grande Tijucal é um dos que estão localizados no entorno do Bairro São João Del Rey, local onde a CUFA (Central Única das Favelas de Mato Grosso) fará a inauguração do Centro Esportivo Cultural CUFA, no dia 05 de Dezembro, a partir das 09 horas. Além do Novo Milênio, mais nove bairros da região fazem divisa com o CECC . A cerimônia de lançamento conta com a presença de toda a comunidade dos bairros, autoridades, além de artistas e produtores culturais de Mato Grosso e outros estados que estarão na capital para a 5ª Edição do Festival Consciência Hip Hop – A Cultura que Mistura.


Seminários

O Festival Consciência Hip Hop configura-se como topo da cadeia produtiva do Hip Hop em nosso Estado, e, por conseguinte, tem a função de estimular a circulação, distribuição e consumo de artistas e agentes culturais envolvidos com essa linguagem. Assim, Rappers, Grafiteiros, bboys, djs reunir-se-ão em Cuiabá para qualificar ainda mais este processo. O Seminário Consciência Hip Hop e a Reunião da Frente Brasileira Hip Hop, que acontecerão durante o Festival, contam com a presença de Alex Antunes, Jornalista, produtor e escritor, especializado em música e atualmente trabalha na Revista Rolling Stones.


Batalhas de Break e MC

B.Boys e B.girls de Cuiabá, Várzea Grande Rondonópolis, Primavera do Leste e Barra do Garças vem a Cuiabá para a Batalha Consciência Hip Hop, sucesso de público em 2008. Esta terá inicio as 13 h, no dia 05/12 e segue até o dia seguinte, quando será realiza a final. Além disso, a dança ganha uma atenção especial no Festival; o grupo cuiabano de dança de rua Free Mind, vencedor de diversos campeonatos nacionais, se apresenta no palco de shows, no dia 06 as 21:30h. Os Mc’s não ficam de fora, os “rachas” acontecem no intervalo dos shows, que terão inicio as 19h no dia 05 e as 18:30 no dia 06/12.


Oficinas: Pixaim, Dj e Graffiti

O Projeto Circuito Pixaim marca presença com as oficinas de tranças e penteados afro, oferecidas gratuitamente a comunidade. A noite, durante os shows, as trançadeiras do projeto estarão fazendo tranças a preços populares. Oficinas de Dj, com o Dj Gio de Mato Grosso do Sul, também será oferecida gratuitamente, a partir das 14 horas, no dia 05. Já as oficinas de grafiiti, será realizada com o grafiteiro Gaspar de Rondonia, que fará intervenções durante o festival.


Basquete de Rua e Shows Nacionais

Como não poderia deixar de ser, os basqueteiros de rua, farão jogos amistosos durante o lançamento do Centro Esportivo Cultural CUFA. Os times Pl Street, Ipase, Faith Action, Só Dimenor, já marcaram presença. Os shows começam as 19 horas, no dia 05 de Dezembro, e conta com a presença de bandas nacionais, como Ataque Beliz (DF). Arcanjo (SP), Fungos Funk (GO), Caracará na Viagem (RN), Eko (GO), e Erick Flow Man (GO).


Veja a Programação Completa:

Dia 05/12 – Sábado

09:00 Abertura/ Lançamento do Centro Esportivo Cultural CUFA (presença de autoridades)



09:00h Intervenção de Graffiti com Gaspar (RO)

13:00h Batalha de Break Consciência Hip Hop

14:00h Seminário Com Alex Antunes (SP)

14:00h Oficina de Dj com Dj Gio (MS)

16:00h Seminário Circulação no Hip Hop

16:00h Cinema Hip Hop


19:00h Mano Careca (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

19:25h Atos 29 (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

19:50h Wesley Dugueto (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

20:15h Fase Terminal (MS) http://www.myspace.com/faseterminal

20:50h 288 FDK (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

21:15h Fungos Funk (SP) http://www.myspace.com/fungosfunk

21:50h Eko (GO) http://www.myspace.com/ekom79

22:25h –Ataque Beliz (DF) http://www.myspace.com/ataquebeliz


06/12 Domingo

09:00h Batalha de Break Consciência Hip Hop

09:00h Reunião Frente Brasileira Hip Hop

09:00 Intervenção de Graffiti com Gaspar (RO)

14:00 Oficina de Dj com Dj Gio (MS)



14:00h Sustentabilidade no Hip Hop

16:00h Seminário Circulação Hip Hop

18:30h Controvérsia (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

18:55h Altos e baixos (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop



19:20h Demosntrô (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

19:45h – Erick Flow Man (GO) http://www.myspace.com/erickflowman

20:20h Carcará na Viagem (RN) http://www.myspace.com/carcaranaviagem

20:55h – Arcanjo (SP) http://www.myspace.com/arcanjoras

21:30h – Free Mind (MT) http://www.myspace.com/conscienciahiphop

21:45h - Linha Dura (MT) http://www.myspace.com/linhadura

Canoas C.O.M Dança encerra com espetáculo

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopCanoas – As últimas 25 apresentações do festival Canoas C.O.M Dança misturou espetáculos de música clássica com números de jazz e ballet, com dança do ventre, africana, folclórica e dança de rua. A diversidade foi o diferencial dos três dias do evento, que mobilizou um público de 1,5 mil pessoas no Centro Olímpico Municipal, o COM.


Para o artista iniciante em dança do ventre, Danilo Júnior, o festival foi sua estréia e uma possibilidade de mostrar os passos que aprendeu sozinho. “Nunca freqüentei escola ou academia de dança, mas, danço desde criança. Este evento é importante para mostrar talentos e, assim como a Parada Livre de Canoas, é um espaço para todos”, comparou com a promoção do primeiro evento GLBT (Gays,Lésbicas,Bisexuais e Transgêneros) no município em 2009.


O Canoas C.O.M Dança foi realizado pela Associação dos Amigos do COM e com o apoio da Prefeitura Municipal. O festival foi gratuito este ano e pela primeira vez aconteceu em três dias: sexta, sábado e domingo.

Taboão da Serra recebe Ação Global neste sábado, 05

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopNo próximo sábado, dia 05 de dezembro, a Prefeitura de Taboão da Serra, o Sesi e a Rede Globo oferecerão a toda população de Taboão e região uma das atividades mais esperadas do ano: o Ação Global. Na Praça Luiz Gonzaga, no Jardim Pirajuçara, das 10h00 às 18h00, cerca de 800 voluntários formarão uma rede atendimento, onde mais de 50 serviços gratuitos estarão disponíveis à população.


Aos moldes do Ação Global, a Prefeitura de Taboão da Serra e instituições parceiras já realizaram 9 edições do Ação Social e Cidadania em diversos bairros da cidade nos últimos quatro anos.


Os serviços estarão distribuídos na praça, ruas laterais, na Emef Ugo Arduini e Emi Mônica. Além da emissão de documentos, como RG, CPF e carteira de trabalho, a ação contará com orientação jurídica, gincanas recreativas, oficinas sobre alimentação saudável, atendimento do Procon e serviços na área da saúde como agendamento de consultas, orientação sobre saúde bucal, exames de pressão e glicemia, e até avaliação dos rins, teste de gravidez e acupuntura auricular.


Atividades com as crianças também não vão faltar, escultura com balões, pintura facial e brinquedos infláveis e até um mini-planetário prometem animar a garotada. Outra novidade que está garantida no dia é o espaço beleza, com corte de cabelo, esmaltação de unha e limpeza de pele. A expectativa é que o evento atraia mais de 80 mil pessoas.


Cultura no Palco
A Prefeitura de Taboão da Serra também preparou uma extensa programação cultural durante todo o dia. Teatro, música, dança, oficina e exposição de arte marcarão essa edição do Ação Global. Esta aí uma boa oportunidade para que toda a região conheça o projeto de cultura da prefeitura, que visa a valorização dos talentos da cidade sem discriminação de estilos culturais, sexo, idade, gênero ou raça. Entre as apresentações que acontecerão em um palco montado na praça, as que mais se destacam são Orquestra Municipal, Escola Municipal de Bailado, Orquestra de Violeiros, Grupos Vocais, Circo e Dança de Rua.


Operação Cata Bagulho faz parte da programação do Ação Global
Das 08 às 12 horas, a prefeitura estará nos bairros Jd. Jardim Roberto, Jardim Mituzi, Jardim São Salvador e Jardim Santa Cruz promovendo a Operação Cata Bagulho. Serão 10 caminhões, 80 colaboradores divididos em quatro equipes para recolher móveis, eletrodomésticos e utensílios usados.


De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Carlos Senna a ação pretende recolher os objetos em desuso, antes que sejam jogados em locais indevidos. “Com a operação, estamos evitando que as pessoas joguem colchões, pedaços de madeira e até eletrodomésticos em terrenos baldios ou nos córregos da cidade. Recolhendo esses materiais, a cidade fica mais bonita e até se diminui o risco de enchentes”, explica Senna.

Hugo Rodas dirige duas estreias teatrais desta semana

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip Hop"Estou enlouquecido", brinca o diretor de teatro Hugo Rodas, sobre estrear dois espetáculos na mesma semana. O uruguaio de 70 anos, radicado em Brasília há mais de três décadas, se refere a Estrada griô e No muro - ópera hip-hop. O primeiro tem pré-lançamento para convidados nesta quinta no sala multi-uso do Espaço Cultural Renato Russo, o segundo entra em cartaz na sexta, na Sala Plínio Marcos, da Funarte. "Pelo menos, eles começam em dias diferentes. O problema mesmo são os ensaios gerais antes da estreia - temos que tentar conciliar os horários", continua o diretor.


Rap, canto lírico, dança de rua e tragédia grega são elementos que se misturam em No muro - ópera hip-hop. O projeto surgiu de um laboratório de dramaturgia lecionado por Marcus Mota. O aluno Plínio Perrú, que assina com o professor a dramaturgia musical do espetáculo, sugeriu o tema hip-hop. "Ele tem os contatos do pessoal do rap, do break, e os convidamos para participar", conta Marcus. No elenco da montagem estão, por exemplo, o grupo DF Zulu e o DJ Jamaika. O roteiro foi aprovado num edital da Eletrobrás, o que permitiu ao espetáculo sair do papel e o convite para Hugo Rodas dirigir a montagem.


"Foi um intercâmbio muito rico. Eu passei a semana inteira olhando aqueles meninos dançando, fazendo piruetas em cima da cabeça, uma coisa incrível", elogia o diretor. De acordo com Hugo, trabalhar com não atores (Perrú é o único ator em cena), mais que um desafio, é uma motivação: "Para mim, o que importa é o processo". Marcus Mota elogia o poder de Hugo de dar unidade a um trabalho com tantos elementos: "Como ele é músico, iluminador, cenógrafo... isso nos ajudou em todas as etapas. O Hugo também trabalhou no roteiro e com a estética do espetáculo, cores, texturas, movimentos e noção de espaço". No muro - ópera hip-hop fica em cartaz até 6 de dezembro.


Os griôs são os contadores de histórias africanos. Mas a proposta do espetáculo que leva o nome deste tradicional personagem é transcender seu significado. "Nos aventuramos em apresentar um griô de hoje, contemporâneo, mas sem deixar de lado os elementos da tradição", explica o intérprete João Negreiros, idealizador do espetáculo. O ator conseguiu viabilizar a montagem graças ao Prêmio Nacional Bolsa Funarte de Criação Artística - somente dois artistas do Centro-Oeste foram contemplados com o prêmio na última edição do edital e Negreiros é o representante de Brasília.

O texto de Estrada griô contém elementos das culturas indígena, afro e cristã. No palco, João Negreiros dança e interpreta - com base nas técnicas do método do Teatro do Movimento. "Convidei o Hugo justamente por ele transitar entre todas essas expressões", conta o ator. "Foi um prazer e um desafio trabalhar com ele. O Hugo é um furacão. Eu chegava nos ensaios com as minhas características, os meus vícios, e ele vinha e quebrava muita coisa. Eu trazia um texto todo comportadinho e ele dizia 'vamos abrir isso, vamos trazer coisas novas'. Todo dia era um surpresa. A maior dificuldade foi trazer a união das linguagens de maneira sucinta", relata Negreiros. "Foi uma parceria muito forte", avalia o diretor. "O João tinha uma ideia e eu ia encontrando novos pontos". Estrada griô faz curtíssima temporada, de sexta a domingo. Mas João Negreiros avisa que, em 2010, o espetáculo deve fazer turnê


NO MURO - ÓPERA HIP-HOP
De 27 a 6 de dezembro. Sexta, às 21h, e sábado, às 20h. Dias 2 e 3 de dezembro, às 20h, e dia 4, às 21h. Dias 5 e 6, sessões duplas, às 19h e às 21h. Entrada gratuita. Não recomendado para menores de 14 anos.
ESTRADA GRIÔ
Pré-estreia nesta quinta, às 21h, na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul). Sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 20h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia). Classificação indicativa livre.

Ação reúne música, dança e esportes

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopDança, esportes radicais, música, grafitagem, capoeira, literatura e outras linguagens culturais serão reunidas neste sábado e domingo, das 13h ás 18h no Parque da Uva, em Jundiaí. Neste sábado o evento traz na programação apresentações de rock, DJs e exibição de filmes. Já neste domingo está prevista a 11º edição do campeonato de bike Caxorro Loco, manobras de skate, le parkour, rugby, dança de rua, capoeira, cinema e grafitagem. De pop rock, tocam as bandas No Duck, Locomotrom, Natasha, Mickey Diesel, Radical Chick e Brasil In Conserto. Alexandre A.R.E recebe convidados para um show de hip hop. O sertanejo universitário será representado por Rodrigo Marim e Alexandre e Pimentel. Já o pagode é com o grupo Desaffio. Tocam ainda as bandas Positiva Reggae e Marakbeça (maracatu) e os DJs Igor Mezak.i, Ana Tatty, Joe, Barbatti, Cortez, Marcos Thorpe e Duble Shock. Haverá ainda instalação fotográfica, mostra de curtas de cineastas, varal literário e participação do Clube do Carro Antigo e do moto clube Caveiras do Japi.

Fundação de Cultura lança documentário Vozes da Dança

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopO Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio de sua Fundação de Cultura (FCMS), lança no dia 24 de novembro o documentário Vozes da Dança. O evento será no Museu de Arte Contemporânea, às 19h30.



O vídeo é baseado em depoimentos de coreógrafos, bailarinos e diretores, com o objetivo de refletir sobre a dança a partir da visão de mundo de importantes nomes desta arte em Mato Grosso do Sul. Foram entrevistados Beatriz de Almeida, Blanche Torres, Célio Adolfo, Chico Neller, Edson Clair, Gisela Dória, Jair Damasceno, Léa Magrini, Márcia Rolon, Maria Helena Pettengill, Marilu Guimarães, Neide Garrido, Rodolpho Leoni, Rosana Cintra, Sandramaria Goncalves Gomes, Sarah Figueiró, Sônia Rolon e Suzana Leite, nomes fundamentais na estruturação da dança no estado e que em sua maioria continuam desenvolvendo importantes trabalhos nesta área.



O material faz parte de um projeto de documentação da memória da dança de MS, que inclui o livro “Vozes da Dança”, com perfis biográficos dos mesmos artistas presentes no vídeo.


As gravações foram feitas em abril de 2009, em estúdio, abordando principalmente o que é a dança e a dança feita por cada artista. O foco é a reflexão maior sobre a dança cênica, incluindo discussões sobre o belo na arte, a dança em Mato Grosso do Sul, formação e ensino, modalidades como o balé clássico, a dança de rua, moderna, contemporânea, flamenca, entre outras reflexões. A conversa é alinhavada a partir de depoimentos e performances em estúdio, também com algumas imagens de arquivo de videodanças e espetáculos apresentados, sempre a partir da escolha de cada um, convidado a construir essas respostas com a equipe do documentário.



“É necessário registrar os passos da arte e da cultura sul-mato-grossense através dos diversos recursos disponíveis, em livros, dvds, internet, entre outros, mídias que possibilitam assegurar para as gerações de agora e do futuro o conhecimento e o encantamento por essas manifestações”, destacou o presidente da Fundação de Cultura, Américo Calheiros.



Com 33 minutos de duração, o documentário foi realizado em parceria com a TV Brasil Pantanal e a VCA Filmes.

Evento reúne cerca de 700 dançarinos de rua na Capital

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopCerca de 700 dançarinos de rua estão reunidos em Campo Grande desde esta sexta-feira. Até amanhã, eles participam do MS Street Dance Fest 2009.



O evento é promovido pelo Estúdio Funk-se e é realizado no Teatro de Arena do Horto Florestal. O local é cenário de batalhas de b-boys,competições de street dance,mostras de dança e workshops com quatro profissionais de São Paulo.



Competem no evento grupos, academias, companhias e escolas. A competição e a Mostra de Dança, que não tem caráter competitivo,são divididas em três categorias: Juvenil, até 14 anos; adulto, de 15 17 anos e avançado, a partir de 18 anos.
Ø Avançado, a partir de 18 (dezoito) anos (É permitida idade inferior).



A programação conta ainda com uma mostra do projeto Conexão Rua em Dança, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul,que percorreu cinco cidades do Estado promovendo a criação de novos grupos de street dance e o acompanhamento aos já existentes, promovendo uma assessoria artística-coreografica proposta pelo coreógrafo Edson Clair.

Fundação de Cultura lança documentário Vozes da Dança

Postado por Klaylton Fernando

Conexão Brasil Hip HopO Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio de sua Fundação de Cultura (FCMS), lança no dia 24 de novembro o documentário Vozes da Dança. O evento será no Museu de Arte Contemporânea, às 19h30.



O vídeo é baseado em depoimentos de coreógrafos, bailarinos e diretores, com o objetivo de refletir sobre a dança a partir da visão de mundo de importantes nomes desta arte em Mato Grosso do Sul. Foram entrevistados Beatriz de Almeida, Blanche Torres, Célio Adolfo, Chico Neller, Edson Clair, Gisela Dória, Jair Damasceno, Léa Magrini, Márcia Rolon, Maria Helena Pettengill, Marilu Guimarães, Neide Garrido, Rodolpho Leoni, Rosana Cintra, Sandramaria Goncalves Gomes, Sarah Figueiró, Sônia Rolon e Suzana Leite, nomes fundamentais na estruturação da dança no estado e que em sua maioria continuam desenvolvendo importantes trabalhos nesta área.



O material faz parte de um projeto de documentação da memória da dança de MS, que inclui o livro “Vozes da Dança”, com perfis biográficos dos mesmos artistas presentes no vídeo.



As gravações foram feitas em abril de 2009, em estúdio, abordando principalmente o que é a dança e a dança feita por cada artista. O foco é a reflexão maior sobre a dança cênica, incluindo discussões sobre o belo na arte, a dança em Mato Grosso do Sul, formação e ensino, modalidades como o balé clássico, a dança de rua, moderna, contemporânea, flamenca, entre outras reflexões. A conversa é alinhavada a partir de depoimentos e performances em estúdio, também com algumas imagens de arquivo de videodanças e espetáculos apresentados, sempre a partir da escolha de cada um, convidado a construir essas respostas com a equipe do documentário.



“É necessário registrar os passos da arte e da cultura sul-mato-grossense através dos diversos recursos disponíveis, em livros, dvds, internet, entre outros, mídias que possibilitam assegurar para as gerações de agora e do futuro o conhecimento e o encantamento por essas manifestações”, destacou o presidente da Fundação de Cultura, Américo Calheiros.



Com 33 minutos de duração, o documentário foi realizado em parceria com a TV Brasil Pantanal e a VCA Filmes.

“Festival Dekebra” em Cuiabá tem atrações nacionais do movimento hip hop

Postado por Klaylton

“Festival Dekebra”A cultura hip hop ganha status de movimento social, especialmente pela luta de grupos como o Maloca, sediado em Cuiabá, que estimula a inclusão social por meio da arte. Além de problematizar a realidade da periferia e recriar as oportunidades, eles têm trabalhado nas pessoas, a autoestima e o poder de indignar-se.



Problematizam, recriam e assumem identidades, para fazer com que os moradores descontextualizados social e economicamente avancem para os centros das cidades. Tem um pouco da Maloca em diferentes pontos da capital mato-grossense agora.



É que na ocasião do projeto Novembro Negro, os artistas do grafite realizaram intervenções pela cidade. Agora, o próximo passo, é a idealização do Festival Dekebra, que ocorre neste sábado (21.11), no Parque Aquático da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O evento começa as 15h e segue pela madrugada com muitas atrações.


O festival encerra as atividades culturais e artísticas do evento Novembro Negro, realizado pelo Instituto Mandala e o Coletivo de Hip Hop - Maloca, com parceira da Secretaria de Estado de Cultura, Terra do Sol Empreendimentos Culturais e Gaepac Pró-yby.



O Dia da Consciência Negra estimula reflexões, mas este também é momento de celebração. Para dar um aspecto grandioso à festa, várias atrações prometem movimentar a noite de quem se aventurar pelo Festival Dekebra. Na mostra de dança não-competitiva apresentam-se seis grupos, já no duelo de rebolation, oito trios foram inscritos.


No quesito B-Boy, tem batalha importante, com competidores de várias regiões brasileiras. Para balançar o corpo e cantar a plenos pulmões, tem Mandala Soul, Quelinah (da série global Antônia), Garcia Gun (ES), Outro Nível (Go) e o grupo local de rap, Controvérsia. Quem apresenta a festa são os DJs Spinha e Clayton 7, quem finaliza, é o tão aguardado MC Dentinho.


O Festival

O Festival Dekebra reúne todos os anos B-boys, dançarinos, coreógrafos, profissionais da dança de rua e militantes da cultura hip hop de todo o Brasil para participarem não só de competições artísticas, como também, para se aprimorarem em cursos, workshops, oficinas e debates a fim de oportunizar a ampliação do alcance do movimento. Já a programação dirigida ao público, inclui intervenções de grafitti, exibição de filmes, feira mix e apresentações musicais.



Na edição de 2008, o Festival atraiu aproximadamente 5 mil, entre articuladores do movimento e espectadores que prestigiaram o evento que é referência no quesito dança de rua, pela proposta de dar visibilidade a ela, além de revelar novos talentos da cultura de rua que residem em Mato Grosso.


Maloca e outros projetos

As atividades realizadas pela Maloca visam o aprimoramento do processo de desenvolvimento humano com a proposta de afirmar a importância do diálogo, da troca de experiência, das manifestações artísticas como instrumento de inclusão social, de conscientização e mobilização perante o mundo.



Tem ainda entre seus objetivos, a promoção de ações, como eixo fundamental à sensibilização diante dos problemas sociais através da disseminação da arte urbana e da prática de esporte, e proporciona o estímulo aos atletas e artistas, entretenimento e diversão aos espectadores, através de modalidades criadas e praticadas nas ruas, e desenvolve as habilidades e revelam grandes talentos.


Desenvolvendo suas atividades em bairros periféricos, o coletivo Maloca trabalha na Grande CPA, considerado Centro da Região Norte de Cuiabá, e atende a comunidade em geral de mais de 50 bairros adjacentes, são mais de 105 mil habitantes (Censo 2000 - IBGE) distribuídos numa área de 30,70 Km2. Atuando na área políticas públicas culturais, participam de fóruns, que permite que a comunidade artística possa realizar suas produções visando a organização desse segmento como profissão que garanta sua auto sustentabilidade.

Escrita infame reúne trabalhos de grafiteiros no Sion

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Débora Prado/Divulgação
Obra do paulista Graphis integra a mostra do Quintal Bar Cultural


Grafite em telas e nos muros é o que promete a exposição Escrita infame, que será aberta amanhã, no Quintal Bar Cultural. Na mostra, obras dos paulistas Chambs, Armamento Visual, Graphis e BNT e dos mineiros Mosh, Ed-mun, Ma3us. “É surrealismo misturado com observação do cotidiano e da cultura hip-hop”, explica Matheus Aminadab, de 29 anos, o Ma3us – um dos organizadores do evento. É, acrescenta, oportunidade de conhecer artistas renomados, que têm realizado trabalho em todo o Brasil, além de ver as diferentes escolas e técnicas.


“Essa arte que surge na beirada do concreto. Ser efêmera, sem compromisso, mexer no cotidiano das pessoas, surgir do nada e em locais inesperados… essas são qualidades do grafite. Ele faz o ser humano refletir independentemente de gostar ou não do que vê”, defende Ma3us. Falando dos artistas, explica que na exposição estão a antiga e a nova escola. A “velha geração” (ele, Graphis, Chambs, BNT) tem como caraterísticas o uso da técnica do estêncil (impressões com matrizes recortadas em papelão), o gosto por escritas e letras e o fato de não trabalharem com personagens. A “nova geração” tem visualidade que flerta com o design, a animação, gosta de personagens e tem diálogo com a moda. “São estilos diferentes e ao mesmo tempo revelam a evolução do grafite”, observa.


Débora Prado/Divulgação
A mostra surgiu a partir de convite feito a Ma3eus pelos proprietários do Quintal Bar Cultural para que ele fizesse a decoração da casa. “Sugeri ampliar a proposta. É casa de música e tem tudo ver a ver misturá-la com a arte”, afirma, lembrando que os fundamentos da cultura hip-hop são exatamente DJs, MCs (canto e poesia), B-boys (dançarinos) e grafite. Com relação à produção de Belo Horizonte, diz que os trabalhos “têm uma pegada mais artística – em outras cidades há muito mais escritos”. Todos os participantes da exposição também vão mostrar telas. “Acho ótimo. É mais uma opção para apresentar ideias, estilos e o que pensa cada artista”, conclui.



ESCRITA INFAME
Mostra obras de Ma3us, Mosh, Ed-mun, Chambs, Armamento Visual, Graphis e BNT. Abertura amanhã, a partir das 20h, no Quintal Bar Cultural, Rua Grão Mogol, 980, Sion, (31) 98015061. Aberta de segunda a sexta, das 10h as 18h; sábado e domingo, das 16h às 23h. Até dia 28. Informações: www.quintalbarcultural.com.br.

Projeto Conexão Rua em Dança realiza a última apresentação do ano

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Projeto Conexão Rua em DançaO projeto Conexão Rua em Dança, promovido pela Fundação de Cultura (MS), encerra as atividades de 2009 dentro do “MS Street Dance Fest 2009”. O evento é promovido pelo Estúdio Funk-se, e acontece entre os dias 20 e 22 de novembro no Teatro de Arena do Horto. A segunda edição do projeto Conexão Rua em Dança, orientado pelo coreógrafo Edson Clair, encerra as atividades com apresentações de grupos de dança de rua dos cinco municípios participantes do projeto: Coxim, Nova Andradina, Ponta Porã, Três Lagoas e São Gabriel D'Oeste.

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