Vencedor Red Bull BC One 2009

Lilou, vencedor do 2005 Red Bull BC One, levou para casa a honra de ser "The One" pela segunda vez, pela primeira vez na história da Red Bull BC One de seis anos. Ele derrotou o Cloud E.U.A. em três redondos, final intensa face-off.
Red Bull BC One 2009

Tricks and Combos

Combo Tricks Evolution ,Video Mais Visto de Combo Tricks de 2009 ◘. Neste Video os Bboy mostram Movimentos Dificeis que So Pode ser Executado com Muita dedicaçao e Muito treino Ao Break Dance...
HIP HOP

Amazon Bboy

Uma das Equipe de dança de rua mais atuante e participativa no momento.
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Batalha Central

Dia 12 de Dezembro no Ginásio Deolindo Rodrigues você vai vibrar com as performances de Bboys, Bgirls e Poppers, que irão participar da Primeira Edição da Batalha Central em Codó - MA. Faça já a sua inscrição!!!
Batalha Central

Conexão Brasil Hip Hop esta disponibilizando seus serviço para todos os amantes do Hip Hop Brasileiro. Por isso Seu Administrador, Klaylton Designer, estará disposto a ouvir todas a críticas e sugestões com o intuito de melhorar cada vez mais, mas para isso precisamos de sua ajuda e compreenção, conto com você! Envie uma postagem Clicando Aqui.

REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopViva Zumbi! Viva Che!Viva Hugo Chávez! Feliz 2010!
Conscientização!Justiça !Prosperidade! Solidariedade!
Fraternidade!Amor! Paz! Socialismo Quilombolivariano!
Ao Nosso Povo! Viva Brasil! Venceremos Feliz 2010!
Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial, é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo este afro-ameríndio descendente vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosas quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.Movimento Revolucionário Socialista QUILOMBOLIVARIANO


vivachavezviva.blogspot.com/
quilombonnq@bol.com.br
Organização Negra Nacional Quilombo
O.N.N.Q. Brasil .Fundação 20/11/1970
Por Secretário Geral Antonio Jesus Silva
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder Zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construídor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar as histórias dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Oswaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Argentina, Boliviana, Peruana, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma, não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução

Quilombolivariana e bradaram Vivas! a Simon Bolívar Viva! Zumbi!Tupac Amaru!Benkos BiojoS! Sepé Tiaraju Alicutan!Sabino! Elesbão!Cosme Bento! José Leonardo Chirinos !Antônio Ruiz,El Falucho! João Candido! Almirante Negro!Patrice Lumumba!Viva Che! Viva Martin Luther King!Malcolm X!Viva Oswaldão Viva! Mandela Viva!Luiz I.Lula da Silva, Viva! Chávez, Vivas! a Evo Ayma!Rafael Correa! Fernando Lugo!José Mujica(El Pepe)! Viva! a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva! 1º de maio, Viva! Os Trabalhadores do Brasil e de todos os povos irmanados.
Movimento Revolucionário Socialista QUILOMBOLIVARIANO
vivachavezviva.blogspot.com/


quilombonnq@bol.com.br
Organização Negra Nacional Quilombo
O.N.N.Q. Brasil .Fundação 20/11/1970
Por Secretário Geral Antonio Jesus Silva



Ao Mestre Lagrila nossas homenagens.
O movimento Negro Afro- Indígena Quilombolivariano, a Luta em luto o grande Mestre Lagrila falece , mas como todo mártir renasce, foi um dos maiores nome do samba era o samba em pessoa, um guerreiro da cultura afro um símbolo da raça negra,mas infelizmente a mídia fascista no Brasil é dominada pelos judeus e cristianismo mercantilista que discrimina e marginaliza menosprezam os valores da comunidade afro indígena brasileira Viva! Zumbi! Viva! Mestre Lagrila!

Cia Quanta realiza evento no Jardim Público

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopA Cia. Quanta de Teatro, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, realiza no sábado, a partir das 10 horas, o “Quanta Cultura”, no Jardim Público.



Trazendo o carnaval como tema deste mês, o “Quanta Cultura” terá com a participação do músico Jorge Soares e banda, do grupo de hip hop rio-clarense Art’s Crew, trazendo a atuação de seus B. Boys, da dançarina pop Gisele Nanetti Jackson e do Bloco “Meia Noite”, sob o comando do personagem Homem da Meia Noite, interpretado pelo ator e coordenador do evento Jefferson Primo.



Especialmente neste sábado, com o apoio da Secretaria Municipal de Turismo, o evento terá a presença da corte carnavalesca de Rio Claro: o Rei Momo e a Rainha do Carnaval.

Graffiti , Fonte de inspiração

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopAbre hoje, às 20h10min, a exposição Dilúvio, de Carlos Dias e Viti, na COR Galeria de Arte, em Florianópolis.



A mostra tem por objetivo retratar as chuvas, as lágrimas, as praias e tudo que vem relacionado às águas. Para isto nada melhor do que a COR Galeria de Arte, que fica na Lagoa da Conceição. A exposição mistura as impressões de dois artistas que bebem da mesma fonte: a cultura pop e juvenil do Brasil e com inspirações do mundo inteiro.


O artista Carlos Dias é natural de Porto Alegre e morou durante muito tempo em São Paulo, onde foi incluenciado pelo skate, movimento punk, graffiti, hardcore, street art e presentes na cultura jovem dos anos 1980 e 1990. O artista já expôs em Los Angeles, Paris e em vários museus da América Latina, com uma arte que mistura expressionismo, pop e psicodelismo.



Viti também é porto-alegrense e já levou sua arte a Berlim, Budapeste, Milão, Barcelona e traz seu universo pictórico artístico a Floripa, com uma explosão de cores e referências à cultura pop e ao folclore brasileiro. Com a influência de diversos lugares do planeta Viti faz também produtos da chamada toy art.


A COR Galeria de Arte fica na Av. das Rendeira, 552, na Lagoa da Conceição. A mostra pode ser visitada até dia 9 de fevereiro. O acesso é gratuito.

'Batalha Surreal' premia melhor MC de Hip Hop na capital paraibana

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopRimas improvisadas, ritmadas e dentro de um contexto social, estão garantidas na Batalha Surreal, realizada pela Central Única das Favelas da Paraíba em parceria com a Fundação Cultural de João Pessoa, neste domingo. Um confronto de Mc's será julgado pelo público presente e o primeiro colocado será premiado com R$ 500.


O evento agrega o Coletivo I e a Frente Brasileira de Hip Hop e pretende difundir a cultura dos guetos pessoenses, valorizando os artistas das comunidades. Os interessados em participar da batalha podem realizar inscrição gratuita através do site batalhasurreal.blogspot.com e no dia do evento até as 16h30.


Os DJ's, B. Boys e grafiteiros também têm a oportunidade de mostrar todo o seu talento, no próximo dia 31. A premiação para o primeiro colocado em cada modalidade é de: R$ 500 para o DJ, R$ 300 para os B.Boy e B.Girl, e R$ 500 para o grafiteiro. As inscrições para os grafiteiros estão abertas até 24 de janeiro.


Serviço

Batalha Surreal - Confronto de Mc's
Data: 24 de janeiro
Horário: 17h
Local: Praça Bela no Conjunto dos Funcionários II
João Pessoa - PB

Exposição sobre Michael Jackson pelas ruas de São Paulo

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopUm tributo ao rei do pop mundial leva arte, alegria e saudade a dezenas de metros quadrado nas estações de trens da capital paulista. A ação, idealizada pela Sony Pictures Home Entertainment, marca o lançamento do DVD “Michael Jackson This is It no Brasil”, que acontece no dia 27 de janeiro.


Os mais de dois milhões de usuários que circulam diariamente pelas linhas da CPTM vão se deparar com um grande tributo a Michael Jackson. Cinco estações foram pintadas por artistas convidados, todos com grande repercussão no cenário nacional e internacional do graffiti. O trabalho de cada um foi inspirado no documentário “Michael Jackson This is It”, que será lançado em DVD e Blu-Ray na próxima semana, dia 27 de janeiro.


Os locais foram pintados nos dias 16 e 17 de janeiro e assim permanecerão durante pelo menos dois meses.


A ação, idealizada pela Sony Pictures Home Entertainment, faz parte do projeto Galeria de Arte a Céu Aberto Arte nos Muros da CPTM e conta com o apoio da Collorgin.

Abaixo, as estações e os artistas que participam do projeto:


ESTAÇÕES DETALHES ARTISTA
7 - Pirituba Próximo à plataforma (30m²) Bonga
8 - Carapicuiba Próximo à Caixa d´água (27m²) Dingos
9 - Osasco Próximo à plataforma (30m²) Mauro
10 – Mooca Próximo à plataforma (35m²) Nossa
11 e 12 - Brás Espaço Cultural CPTM (100m²) Graphis e Binho


Junto deste release, encaminhamos algumas fotos dos paineis. Caso precise delas em alta resolução é só entrar em contato.

OUTRA GRANDE AÇÃO PARA E “MICHAEL JACKSON THIS IS IT”

Está sendo preparada uma mega mobilização para fazer parte das comemorações do aniversário da cidade de São Paulo, no feriado de 25 de janeiro. A ação promete reunir milhares de pessoas, especialmente fãs de Michael Jackson, no Vale do Anhangabaú. Em breve, mais informações sobre horário e local exato da ação que vai fazer todo mundo dançar.

Batalha Nacional de Graffiti

Postado por Klaylton

Batalha Nacional de Graffiti O K.O.B. - King Of Brasil - será o maior acontecimento de arte Graffiti e contará com um corpo de jurados composto por grafiteiros internacionais


Os praticantes e amantes do Graffiti têm até o dia 10 de Fevereiro para se inscrever, gratuitamente, na primeira Batalha Nacional de Graffiti que acontecerá entre os dias 25 e 28 de março, no Centro de Exposições Imigrantes.



A ficha de inscrição e todo o regulamento podem ser baixados pelo site: www.kingofbrasil.com.br. Poderão participar da Batalha crews brasileiras que possuam artistas brasileiros e no máximo um estrangeiro.



Capitaneada pelos grafiteiros Graphis, Shock Maravilha e Bonga, o K.O.B. será o maior acontecimento para a arte Graffiti nacional e contará com um corpo de jurados composto por grafiteiros internacionais. A Batalha acontecerá durante o Urban Fest - Feira de cultura, atividades e moda que vai agitar a cena urbana da capital paulista. O Graffiti será um dos grandes destaques.



Nos quatro dias de evento, o público poderá conferir, ainda, inúmeras atrações como live paint com jurados e capitaneadores da Batalha, workshops, exposições, customização, futebol freestyle, skate, batalha de break, performances de DJ´s e outras manifestações artísticas e urbanas.



O K.O.B. – King Of Brasil e Urban Fest acontecem entre os dias 25 e 28 de março de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes. www.urbanfest.com.br e www.kingofbrasil.com.br. Realização pela AM3 Feiras e Promoções, de Caito e Luis Augusto de Alcântara Machado.

Júlio Pereira revela "Grafitti"

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopDurante anos, Júlio Pereira rendeu-se ao cavaquinho e ao bandolim. Agora, junta estas duas paixões a uma nova, a Internet, e nela dá a ouvir os primeiros dois temas do seu novo disco - "Graffiti" - onde pela primeira vez inclui só canções. O CD surgirá em Maio.


Surpreenda-se quem, ao longo dos últimos 30 anos, se habituou a comprar discos marcadamente instrumentais de Júlio Pereira. O seu novo trabalho, que está a ser desenvolvido por fases (a primeira arrancou no passado dia 1 com o download gratuito de dois dos temas) é "um disco de canções". Nele, o compositor alia a sua música às letras de Tiago Torres da Silva e convida uma série de cantores para darem voz aos temas.


As primeiras duas canções, disponíveis para download gratuito na página do músico na Internet (www.juliopereira.pt), contam com a participação das cantoras Maria João (no tema "Magia imaginação") e Luanda Cozzeti (que canta "É um dia sim, é um dia não").


Aquando do seu último concerto, "Geografias", em Lisboa, a 13 de Novembro do ano passado, Júlio Pereira contou ao JN que já estava a trabalhar num novo projecto. Acrescentou mesmo que há já algum tempo que havia decidido "fazer um disco de canções".


Um autor e um pintor

Para escrever as letras convidou Tiago Torres da Silva, que só conhecia da Internet, e de quem apenas lera três ou quatro canções de que gostou muito. Em Outubro, no Bairro Alto, reviu o artista plásticoTiago Taron, que conhecera há anos em Moscovo, com o pequeno bloco de aguarelas que este sempre traz consigo e ficou encantado com a pintura. O conceito do novo disco nasceu por isso das conversas iniciais entre Tiago Taron e Júlio Pereira que, segundo o músico contou à Lusa, foram talvez a "parte mais importante e substancial do projecto", porque o pintor tinha feito um trabalho sobre graffiti no Bairro Alto.


"Embora o que soe seja a palavra graffiti, o que importa é o conceito que está por detrás disto tudo", sublinha o músico e compositor. Um conceito que, segundo ele, "permite ir jogando com palavras, sonoridades, músicas, culturas, ao mesmo tempo que se vão criando histórias".


Daí que, logo para o single, que será editado dia 14 deste mês, tenha ido buscar Maria João, uma portuguesa conhecida internacionalmente, para interpretar uma canção onde se ouve "a magia, a imaginação que eu trazia na minha mão", e uma brasileira, Luanda Cozetti, que na canção diz "tudo igual/O chôpe na pressão/A imperial/Arroz e feijão/Brasil, Portugal/A mesma nação(...)". Estes dois temas fazem parte de "Graffiti", cujo projecto será apresentado dia 15, no espaço Ler Devagar, em Lisboa. No final de Fevereiro (a segunda fase da iniciativa), haverá o lançamento de um EP com quatro canções seguindo-se, em meados de Maio, o CD.


O músico aposta forte na divulgação deste seu novo trabalho na Internet, um meio que considera fundamental para suscitar interesse e curiosidade pela sua produção, tanto a nível nacional como internacional. Júlio Pereira considera mesmo que, se não fosse a Internet, provavelmente nunca teria chegado aos festivais internacionais para que foi convidado a participar.


"Há que desdramatizar esta questão da Net. Vivemos num mundo de mudança e temos de nos saber adaptar a ela". Por isso mesmo, o músico não dispensa a sua página no MySpace.


"Graffiti" conta com a participação de Miguel Veras (guitarra) e a voz de Sofia Vitória. n

São Paulo ganha bienal de grafites e de pichações a partir de 2010

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopFoi o talento de jovens que insistiram em colorir os muros da cidade, à revelia de tudo e de todos, que colocou São Paulo no mapa da arte de rua.

Hoje, nas ruas ou nos museus, a capital paulistana é referência mundial quando o assunto é arte urbana. O sucesso dessa trajetória ganha agora um novo capítulo com o projeto da 1ª Bienal Internacional de Arte de Rua de São Paulo (BIAR), prevista para acontecer no segundo semestre de 2010.

O evento deve reunir sobre um mesmo slogan -- o da arte de rua -- as várias linguagens estéticas da urbe: o grafite, o "pixo", os stickers (adesivos) e os lambe-lambes. A ideia é instituir no calendário cultural da cidade uma grande mostra que celebre essa produção contemporânea periodicamente.

A BIAR pretende explorar a história do grafite e expor painéis, instalações e vídeos no prédio que sediará o MAC (Museu de Arte Contemporânea) no Ibirapuera (antigo Detran). Ao mesmo tempo, o evento quer pulverizar trabalhos de artistas do Brasil e do mundo pela cidade, do centro às periferias de São Paulo.

"Serão convidados 50 artistas para expor trabalhos no museu e fazer intervenções por São Paulo", explica Rui Amaral, artista, idealizador e um dos curadores do evento.

"O espaço de dentro é o da reflexão. E aquilo que for produzido externamente é para ser deixado na cidade", conta ele. "A Bienal termina, mas os trabalhos permanecem."

Banksy, o grafiteiro britânico que se consagrou como o artista de rua mais famoso da atualidade, e o italiano Blu são prioridade na lista dos convidados internacionais. "O tamanho da BIAR, no entanto, vai depender do montante de recursos captados", diz Amaral, ele mesmo um dos pioneiros do grafite nacional, cujo traçado colore de azul, branco e amarelo o "buraco da Paulista" desde os anos 80 até os dias de hoje.

Fazem parte do corpo curatorial da BIAR Amaral, Celso Gitahy, artista e autor de "O Que É Graffiti", da coleção Primeiros Passos (Ed. Brasiliense), e os grafiteiros Binho Ribeiro, Ozi, Samir Muad, Tikka Meszaros e Tinho.

Além de convidados, o evento deve exibir uma seleção feita a partir de trabalhos inscritos, ter palestras e uma feira com objetos derivados da arte urbana, como peças de roupa e objetos estilizados.

Exposição de grafiteiros no MASP

Postado por Klaylton

grafite brasilCom uma centena de obras - inclusive seis murais que serão apagados no encerramento da mostra - os artistas Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão, propõem no Museu uma experiência com obras que interagem entre si e com o visitante.


"De dentro para fora / De fora para dentro" tem curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta e a ambiciosa meta de alcançar 150 mil visitantes entre 20 de novembro e 5 de fevereiro de 2010.



A exposição traz também os seis vídeos que narram a trajetória de cada artista, desde seus trabalhos pelas avenidas de São Paulo e do Brasil, passando por obras nas ruas e prédios de cidades da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, até a absorção do gênero por grandes galerias de arte nas principais capitais culturais do planeta.



Unidos pela origem e destino - começaram suas carreiras pintando as ruas de São Paulo, fazendo graffiti e outras intervenções urbanas, e hoje apresentam seus trabalhos em galerias e museus nacionais e internacionais - um grupo de seis artistas contemporâneos acaba de ser convidado pelo MASP para apresentar, no Museu, suas trajetórias de quase duas décadas de produção artística.

Cada um dos seis artistas traz suas contribuições que, no conjunto, totalizam mais de 100 trabalhos de diversos formatos e mídias, buscando interação entre si e com o espectador, que poderá entrar e passear pelas instalações. Grandes paredes falsas e até mesmo o piso serão usados como base para dar a vida aos murais, instalações, telas e fotografias - a maioria produzidas no próprio MASP nas três semanas que antecedem a abertura ao público, resultando numa mostra exclusiva a partir deste diálogo com o espaço do Museu.



SERVÇO:


Em cartaz até 5 de fevereiro de 2010
De terças-feiras a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h.
Ingressos: Inteira: R$ 15,00. Gratuito até 10 anos e acima de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos.
Classificação etária: Livre

Mato Grosso Começa o maior festival de hip hop do Centro-Oeste

Postado por Klaylton


Hoje é o primeiro dia do Festival Consciência Hip Hop, em Cuiabá, o maior festival do gênero da Região Centro-Oeste.


Por natureza, o hip hop já é uma fusão de modalidades artísticas. Reúne música, dança e artes plásticas, nos já conhecidos rap, break e graffitti.


A proposta do Consciência Hip Hop, organizado pela Central Única de Favelas de Cuiabá (CUFA/MT) é ampliar ainda mais esse leque, tanto incorporando outras atividades relacionadas ao universo de rua do hip hop quanto abrindo espaço para uma reflexão sobre a cultura negra de periferia.


A banda Ataque Beliz é uma das atrações do Festival

A banda Ataque Beliz é uma das atrações do Festival


Em sua 5ª edição, o Consiciência Hip Hop tem dois dias de intensas atividades. Dezesseis atrações de cinco estados brasileiros e do Distrito Federal sobem no palco do Festival hoje e amanhã. Confira a programação.



Além de nomes de expressão do rap nacional, como Ataque Beliz (DF), Linha Dura (MT), Arcanjo (SP), Caracará na Viagem (RN), e Erick Flow Man (GO), o Festival inovou e abriu o palco para uma companhia de dança de rua, a Free Mind, vencedora de vários campeonatos nacionais.


A dança de rua, claro, também está representada nas Batalhas de Break, onde B.boys e B.girls suam a camisa durante esses dois dias para demonstrar sua habilidade. Já os Rachas de MCs acontecem às noites, nos intervalos dos shows.



além da Batalha de Break, apresentação no palco principal

Dança de rua em destaque: além da Batalha de Break, apresentação no palco principal


Para completar os elementos tradicionais do hip hop, o evento oferece oficinas gratuitas de graffitti com o grafiteiro Gaspar, de Rondônia, que faz intervenções no espaço do Festival.


Também acontecem oficinas gratuitas de DJ e pixaim. Quem se dá bem com esta última é a comunidade, que ganha tranças e penteados afro de graça durante o dia. À noite, enquanto rolam os shows, as trançadeiras do Projeto Circuito Pixaim também fazem tranças a preços populares.


O Festival Consciência Hip Hop também pretende discutir a cadeia produtiva do Hip Hop, a circulação, distribuição e consumo de artistas e agentes culturais envolvidos com as linguagens que fazem parte desse universo.


Esta é a quinta edição do Festival Consciência Hip Hop

Esta é a quinta edição do Festival Consciência Hip Hop


Daí a realização do Seminário Consciência Hip Hop e a Reunião da Frente Brasileira Hip Hop, que acontecem durante o Festival e contam com a presença, entre outros, de Alex Antunes, jornalista, produtor e escritor especializado em música, atualmente na Revista Rolling Stones.


Centro Esportivo Cultural CUFA


O Festival Consciência Hip Hop também marca o lançamento do Centro Esportivo Cultural CUFA, complexo esportivo- cultural destinado à população do bairro São João Del Rey e outros cinco bairros do entorno: Santa Laura, Osmar Cabral, Tijucal, Liberdade e Novo Milênio, todos historicamente esquecidos pelos serviços públicos.



Com salas multi-uso, quadra esportiva, vestiário e um amplo espaço para o acolhimento de projetos sociais, esportivos e culturais, o Centro é resultado de uma parceria entre a CUFA, os Ministérios de Esporte e Justiça e Prefeitura Municipal de Cuiabá.


Parte importante de quase todas as atividades da CUFA, o basquete de rua inaugura as instalações do Centro Esportivo Cultural CUFA. Os basqueteiros de rua fazem jogos amistosos, que são disputados nas manhãs do final de semana.

IV Encontro de Cultura de Rua

Postado por Klaylton

IV Encontro de Cultura de RuaÀ margem do clássico sistema de concepção artística, no qual “cubos brancos” legitimam o estatuto de uma obra, um movimento cresce e nunca esteve tão em voga: a arte de rua – também chamada de arte urbana. Ela não é de hoje, mas demorou a sair da zona conceitual do “vandalismo” até ganhar novas acepções. Até mesmo a legitimação dada pelos “cubos brancos” foi caindo por terra nesses últimos anos. Nos anos de 2000, importantes museus e galerias deixaram de torcer o nariz para os famosos grafites (muitas vezes confundidos com pichação), que só eram vistos em muros pela cidade, e o espaço concedido para esta e outras formas de arte urbana foi sendo assimilado. No mês passado, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) abriu uma exposição dedicada somente para a arte de rua e o museu britânico Tate Modern teve a fachada pintada pelos gêmeos de São Paulo, Otávio e Gustavo Pandolfo, para a exposição “Street Art”.


A ideia do encontro é promover a união dos grupos e mostrar diferentes formas de arte à sociedade.


Assim como nas artes visuais, outras linguagens artísticas originadas na rua, como o movimento Hip Hop, o Street Dance, o Rap, e outras que tomaram espaços públicos mais recentemente, como a arte circense, foram sendo reconhecidas. O Hip Hop, por exemplo – que passou muitos anos escondido em guetos e favelas, sendo considerado um movimento exclusivamente de negros –, saiu do subúrbio, conquistou brancos e se estruturou como um movimento social organizado. O Rap também agrega boa parte das reivindicações contra o preconceito racial. Com letras de denúncia social, MV Bill é hoje um dos principais nomes do Rap no Brasil.


Até mesmo esportes antes incomuns, como o skate e a patinação, ganharam seus espaços. Mas o que todos esses movimentos e linguagens têm em comum, além de terem sido originados nas ruas? A luta pelas causas sociais e políticas, que com muita criatividade, são temas de boa parte da produção contemporânea das letras rimadas, das intervenções urbanas, das performances em espaços públicos. E é com essa temática que acontece em Belém o IV Encontro de Cultura de Rua, realizado por entidades de cultura de rua, como o Estação Belém Hip Hop, que encerra hoje na Praça Dom Vilas Boas (Praça do Marex). A programação conta com Jam session de skate, In-line, BMX, batalha de MC’s e B.boys, além de apresentação cultural dos grupos Revolução Norte, Experimento Norte, Opção Verídica, Day fop, de Marituba.


A ideia de reunir os grafiteiros, os skatistas, os malabaristas, os rappers, etc, foi concebida com a proposta de apresentar à sociedade uma nova cara para essas entidades, com mostra da produção cultural de cada uma. “Queríamos reunir as entidades que não são muito próximas, que ainda estão afastadas em seus guetos, e para unir a juventude. Foi a forma que a gente encontrou para se manifestar. Quando o encontro surgiu, em 1998, reunia só os grafiteiros, mas com o tempo foi juntando com o Hip Hop, com o skate, e ficou essa miscelânea. Esse encontro serve também para a gente se unir, se conhecer”, diz Alexandre Blanco, organizador do encontro.



Diferente do que acontece em São Paulo, em Belém ainda não existe uma organização sólida desses movimentos nem uma cultura que compreenda os participantes como profissionais. Segundo Alexandre, ainda falta também a compreensão do poder público sobre as manifestações culturais que vêm das ruas. “A gente quer mostrar o trabalho de rua como um trabalho profissional. Os malabaristas, por exemplo, que estão nas ruas e são cheira colas já é outra situação, é um problema social”, diz. “A gente quer mais espaço, profissionalizar nossas ações, tirar essa ideia de que quem trabalha na rua é pedinte”, completa.



SERVIÇO

Encerramento do IV Encontro de Cultura de Rua, hoje, a partir das 16h, na Praça Dom Vilas Boas (Praça do Marex). Informações: 8858 1781 e 8104 8793.

PROGRAMAÇÃO



16h - Jam session de skate, In-line, BMX (inscrição R$ 5);

19h - Batalha de MC e B.boys;



20h - Apresentação dos grupos Revolução Norte, Experimento Norte, Opção Verídica, Day fop – Marituba. (Diário do Pará)

Rave Heaven & Hell

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopData: 12/12/2009 | Horário: 21:00 | Local: Chácara Felicíssima Endereço: (Sentido RM Hotel Fazenda - 6 KM Sobradinho)


Será um evento diferenciado, visando maxima qualidade em diversão, estrutura, iluminação, segurança e som.



Brincando com o tema traremos dançarinas vestidas a caracter esbanjando sensualidade e fazendo os marmanjos babarem.Ja para o publico feminino teremos varias apresentações, entre elas, grupo de break animando e liderando o publico para dançar ao maximo! Contando com os melhores DJs de Brasilia tocando as melhores musicas nos seus estilos levando o publico ao delirio. Com 2 ambientes suportando mais de 3 mil pessoas.


Ambiente 1:
Ambiente totalmente fechado, com praça de alimentação, pista de dança, bar, Djs exclusivos, banheiros, vista para o Ambiente 2 e estrutura de som e iluminação pra ninguem botar defeito!

Ambiente 2:
Ambiente totalmente coberto por tendas, contando com som automotivo, passarela de dança, desfile e exibição de dançarinas, Djs exclusivos, grupo de break, iluminação e muito mais!


Atrações:
Desfile de fantasias do SEX SHOP Fantasy Sex, Grupos de DANÇA DE RUA e BREAK, Gurpo das garotas TREME TUDO, Dj Kayo ( Breakbeat), Dj Granada (Trance), Dj Alysson Amorim(House), Dj Fabio Dias(Electro), Dj Mitsu(Electro-House, Dj André(Funk).


Praça de alimentação, 02 ambientes, ótima estrutura, banheiros, segurança, estacionamento.Transporte saindo de graça da Rodoviária de Sobradinho a partir das 21:00 ás 00:30 e retorno ao final da festa. saindo

Voo Livre e convidados

Postado por Klaylton

Voo Livre CiaNa programação para esta quinta-feira têm presenças garantidas a dança, a música, poesia e teatro. O Rola Papo começa a partir das 20:30



Claudio de Oliveira
Da Reportagem



A Voo Livre Cia. de Dança passou um ano nômade. Depois da Casa Cuiabana fechar as portas a peregrinação começou. Lá se vai um ano. Nesse ínterim passaram pelo MISC. Com dezoito anos de atividades ininterruptas a Vôo Livre apresentou recentemente o espetáculo Carmem de Bizet no Cine Teatro e no Palácio da Instrução. Em conversa com o diretor da Cia., Paulo Medina, percebe-se uma energia renovada. De casa nova desde agosto ele diz não entender de fato os motivos que o fizeram sair do MISC. “Disseram-nos que eram as instalações elétricas que não estavam funcionando, mas parece que estão... de fato não entendi e na verdade, nem quero entender mais...(risos)” disse Medina, a respeito da passagem da Vôo Livre pelo Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC).


Nesta quinta-feira, 17/12, o Voo Livre promove o Rola-Papo. O projeto é um sonho antigo, mas que só foi materializado recentemente e chega à sua segunda edição. A intenção inicial era fazer uma apresentação da produção dos alunos, mas com o tempo o Papo foi aumentando e agregando outros artistas e atividades até chegar a este encontro multifacetado com música, dança e teatro.


No derradeiro evento foram 220 pessoas. A expectativa é que este número se repita ou até aumente. Nessa edição do Rola-Papo, que faz parte das comemorações de aniversário do Voo Livre Cia. de Dança, a programação tem a participação da cantora Sônia Mazetto, Companhia de Dança Najma El Nuren, D’Soul dança de rua, Cia. Crápula de Teatro, apresentação musical com Keilinha Queiroz, Voo Livre Cia. de Dança e poesias com Toni Marcel. O Papo começa às 20h30min, no espaço sede do Instituto Cultural Voo Livre (rua 44, nº52, bairro Boa Esperança).


Para o ano que vem Medina espera realizar pelo menos uma vez a cada dois meses um encontro deste tipo. “O quintal é grande e com o palco montado pretendemos abrir o espaço para apresentações de parceiros e amigos artistas que quiserem integrar este movimento da arte” disse Paulo que revelou também o objetivo de a partir do ano que vem voltar a funcionar a Escola Voo Livre com Balé, Jazz, Dança Moderna, Dança de Salão, Dança do Ventre e Teatro.


Serviço:
O QUE: Rola-Papo
QUANDO: quinta-feira
ONDE: rua 44, nº52, bairro Boa Esperança
QUANTO: grátis

INFORMAÇÕES: 3664-4594

A hora e a vez do contemporâneo

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopA Escola de Artes da Associação dos Moradores do Jardim Juliana, Vila Pauliceia e Vila Nova Suíssa (AJPS), após o grande sucesso de "Nos Trilhos", de 2008, estreia amanhã sua nova criação: o espetáculo contemporâneo "Gente". Com elementos de dança, teatro e acrobacia, a montagem terá apresentação única no Teatro Vasques (rua Dr. Côrrea, 515, no largo do Carmo), às 20 horas. Os ingressos estão à venda no local por R$ 10. Mais informações pelo telefone 4792-8139.
Com um elenco de mais de 90 pessoas, o espetáculo reúne coreografias de uma geração de artistas mogianos conhecidos pela inquietude e contemporaneidade. São eles: Esther Marcondes, Fernanda Moretti, Marcio Pial, Marcio Rocca e Priscila Nicoliche. Todos eles são professores da Escola de Artes da AJPS e trabalham com o processo de criação coletiva, no qual os alunos são estimulados a criar, opinar, pensar e sentir o tema abordado em sua plenitude. O resultado é uma montagem na qual é possível apreciar a identidade de cada aluno.


Sob direção de Fernanda Moretti, o espetáculo apresenta acrobacias e coreografias de dança de rua de Pial e Rocca, com intervenções de Priscila. Já o balé infantil leva a assinatura de Esther e Fernanda. "O espetáculo é basicamente de dança, com elementos do balé clássico, contemporâneo e da dança de rua, que traz as acrobacias", explica Fernanda.


Com uma hora e vinte minutos contínuos, a apresentação deste ano aborda as diferentes fases e situações da vida do ser humano. O público pode esperar por emoções distintas, a ponto de "Gente" provocar risos e lágrimas. "Novamente colocaremos em cena crianças e adolescentes dançando, atuando, tocando, fazendo acrobacias e contribuindo, de verdade, para que a cultura não se perca do cotidiano das pessoas", ressalta Fernanda.


A produção do espetáculo é de Rita Bonfim e a realização, dos patrocinadores Cobral Abrasivos e AP Equipamentos e dos apoiadores Kaplan Equipamentos Hidráulicos e Casa dos Batentes.

Festival de Hip Hop em Manaus

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopMANAUS - Os adeptos do Movimento Hip Hop têm encontro marcado neste domingo (27), na Vila Olímpica de Manaus, no 2º Festival de Hip Hop Galera Nota Dez 2009. O evento inicia às 12h e vai até as 19h, com um mix de atividades envolvendo música, dança, esporte, graffit, muitos desafios e performances para todas as tribos.



A organização do evento estima um público de aproximadamente três mil pessoas, incluindo grupos do interior do Estado e de Macapá (AP), além de todas as crews (turmas) de B.Boys de Manaus.



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O ingresso é um quilo de alimento não perecível, que será encaminhado à Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) para ser doado às instituições assistidas pela secretaria.

“É a oportunidade para mostrarmos que o nosso Hip Hop tem valor. Aqui no Amazonas temos artistas e atletas com nível internacional, a exemplo do K-Blue, amazonense que passou a integrar uma companhia de dança francesa, após participar de um festival em Macapá representando o Amazonas”, comentou um dos líderes do Movimento Hip Hop local, Adrianoa Art.



Programação

No 2º Festival haverá apresentação de DJs, o 2º Desafio de Estreet Ball (basquete de rua) Manaus, Graffit ao Vivo, Stand de Camisas Grafitadas de CDs e DVDs. Destaque para as performances dos grupos P.G.N. Break, Funk Soul, Grupo de Krump, MGM Crew, Grupo de Street Dance, Popping/Locking/B.Girls, Bikers e Capoeira Nota Dez.


No item shows haverá apresentação de Holograma, Style of Dance e grupos de Hap local. Haverá batalhas de B.Boys 5x5 (Freestyle), Super Powermovie 1x1 (solo), MCs Freestyle 1x1, 360º (solo) e Show Man (solo). Além dos grupos de Manaus, estão sendo aguardadas equipes de Parintins, Manacapuru, Iranduba, Codajás, Maués e o grupo Estilo Negro, de Macapá. (JM)

Comemoração em dose dupla

Postado por Klaylton Fernando


A Cia. de Rua, de Mogi, completa oito anos e a comemoração não poderia ser em melhor estilo. Amanhã, o grupo sobe ao palco do Teatro Vasques (rua Dr. Corrêa, 515, no largo do Carmo) com dois espetáculos: o infantil "Circo do Seu Léo", às 15 horas, e o conjunto de esquetes "Repertório", às 20 horas. Os ingressos das apresentações estão sendo vendidos na bilheteria do teatro por R$ 10.


Sob direção do dançarino Márcio Pial, a Cia. de Rua iniciou suas atividades em 1999 com um trabalho voltado à dança de rua, participando, na época, de vários campeonatos da categoria. Em 2000, começou suas atividades voltadas ao circo, realizando espetáculos em parcerias com grupos renomados, como Os Parlapatões, Circo Roda Brasil, dentre outros. "Trabalhamos muito com eventos de grande e médio portes no Brasil. Na cidade temos feito pouca coisa", explica Pial.

"Circo do Seu Léo"
Com direção artística de Pial, o espetáculo narra a história de um circo itinerante que tem em seu elenco animais de diversas espécies, entre eles o leão Léo, e uma família de artistas comandada pelo temível Sr. Bravus. Cansado da exploração no circo, Léo se opõe a Bravus e se recusa a realizar os truques que aprendeu. No picadeiro, o leão rouba o chicote de seu domador e passa a comandar o espetáculo no circo.


Vencedor do IV Festival Nacional de Espetáculos Infantis, o Pirimpimpim de 2008, "Circo do Seu Léo" reúne acrobacias, performances dos palhaços e mágica.
"Repertório"


Indicado para maiores de 14 anos, "Repertório" é uma comédia que retrata situações atípicas do cotidiano. O público verá esquetes de diferentes espetáculos produzidos pela Cia. de Rua. "São as melhores esquetes que já produzimos. É uma apresentação comemorativa. Circo, dança, teatro e muito humor compõem o espetáculo", adianta Pial.

Manifestasol no Largo!

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopSábado próximo, a partir das 14h33min (não me pergunte por que estes minutos quebrados, mas é sempre assim..), junto ao Largo da Estação, rola a Manifestasol. A movimentação cultural reúne artistas independentes, num coletivo de ideias e trabalhos, fortalecendo a proposta de uma ação em rede. As atrações são múltiplas: apresentações do Essência Crew b.boys, Arte Sem Lona, Zingado, Hayet Escola de Dança, Cine Como le Gusta e os Djs Kauê, Abelhão e César. Nas oficinas, macramê, pipas, origami, samba de gafieira, malabares, mandalas, musicoterapia e stencil em tecido. Também vão rolar exposições de artes, artesanato, quadros, livros e esculturas, feira de trocas de livros, disco e artesanato (vai preparando seu arsenal de troca!), artigos Manifestasol, como camisetas, copos e CDs. Na pauta, um debate sobre música para baixar. E a lista de shows de bandas locais é esta: Roto Vodú, Por Natureza, Multiverso, Barracuda Project, Cucastortas (foto), ladrões de Diamante, A Célula, Organiz, Caixa Azul, Pindorália, Us and Boobs e Lustrando os Trastes. A entrada é um quilo de alimento não-perecível. Passa lá!

Batalha de poesia é atração na Casa das Caldeiras

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopEstá agendado para o fim de semana a primeira edição do projeto MANOBRA09, que vai reunir mais de 30 artistas de diferentes segmentos, do audiovisual ao musical, passando por poético e cênico, na Casa das Caldeiras, no bairro da Água Branca, zona oeste da cidade. Além das performances multidisciplinares, o MANOBRA09 terá uma festa com DJs convidados e performances ao vivo. O evento é gratuito e os organizadores esperam receber cerca de 800 pessoas por dia


Idealizado pelo gestor cultural Felipe Arruda e pela produtora Tarsila de Castro, o MANOBRA09 vai servir de laboratório para a experimentação artística. Segundo Arruda, o projeto “nasceu da vontade de criar um ambiente propício para inspirar novos formatos de apresentação, novas estéticas e novos talentos da cena independente”. A ideia é que artistas de diferentes áreas possam dialogar pela própria linguagem, pela estética ou pela temática de seus trabalhos. Os coordenadores Fernando Velázquez, Eugênio Lima e Ramiro Zwetsch irão promover a intersecção entre os artistas e integrá-los ao público.


Dividida em dois dias de evento, a programação conta com apresentações do Trio Esmeril, MC Sombra e o trabalho experimental do músico Kiko Dinucci. Outra atração será a final da batalha de poesia ZAP! (Zona Autônoma da Palavra), no domingo (13), às 16h. Os participantes terão três minutos para apresentar poemas próprios, para depois participar de uma disputa inspirada nas batalhas de DJs e b-boys. Os espectadores escolhem o vencedor dos embates.


O público ainda poderá interagir com instalações digitais como a Graffiti Laser, de Juliá Carboneras, que permite grafitar paredes do local com o uso de uma caneta laser que produz imagens animadas e provisórias.


Veja mais informações e a programção completa no site do MANOBRA09


MANOBRA09
Casa das Caldeiras: Av. Francisco Matarazzo, 2000, Água Branca. Sábado (12), 21h/4h; domingo (13), 16h/0h.
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Mano Brown na capa da revista Rolling Stone

Postado por Klaylton

"Ô zica, a fita é a seguinte: entra na praça à direita, depois pega a primeira à esquerda e, por último, à direita de novo. Tem de fazer um 'Z'. Vamos decidir a parada hoje. Qualquer coisa, me liga." O roteiro chega pelo celular. É noite abafada, começo de novembro, quando deixo a porta da Escola de Samba Pérola Negra, na Vila Madalena, em São Paulo, reduto contemporâneo da boemia paulistana, rumo a um bairro vizinho. Da outra ponta da linha chega mais uma senha: "É pique rua de periferia, tem casinhas humildes". Nos quase dez minutos para percorrer as ruas da área oeste de São Paulo, um flashback: a conversa cara a cara prestes a começar, na verdade, era o desfecho de um debate iniciado três anos antes.

Ao apontar na "rua estilo periferia", encravada no bairro classe média, ninguém à espera. Chamo ao telefone e, em segundos, percebo pelo retrovisor surgir alguém vestido com uma camisa Adidas vermelha da seleção da Turquia, nº 17 às costas, calça jeans e tênis Nike. Sorrisão na cara, cabelo raspado, com um risco à la Mike Tyson, o homem pardo à porta é Pedro Paulo Soares Pereira, um dos mais intrigantes e importantes artistas da música brasileira ao longo das últimas duas décadas, dono de versos cujos ecos estão impregnados em todo o Brasil. O aperto de mãos é acompanhado do cumprimento com origem no candomblé, ombro a ombro. Pedro Paulo convida para entrar na casa dos seus amigos, onde ouve um som.

A voz de Jorge, então somente Ben, domina o ambiente. Vem de um computador. Ele canta "Lorraine" acompanhado de Tim Maia na gravação de um show em 1981. Pedro Paulo vibra, mas os acompanha discretamente. "Os dois são referências pra mim", reverencia. Ele teve o sonho, mas não conseguiu gravar com Tim. Nem com Wilson Simonal, outro ídolo. Mas tem orgulho de já ter dividido o palco com Jorge. Quando a música para, rompo o breve silêncio para perguntar se ele está mesmo decidido a falar e a finalmente aparecer sozinho na capa da Rolling Stone. "É a hora! Tenho coisas para falar. Querem me ouvir, vou falar."


Pedro Paulo se tornará quarentão em abril próximo. "Estou virando um tiozinho, mano." Antes de bater nos quatro ponto zero, ele surpreenderá novamente quem o escuta desde 1988, quando tinha 18 anos e entrou nos ouvidos de muitos brasileiros - por amor ou por ódio - com suas rimas. Pedro Paulo é Mano Brown, a mais importante, influente e respeitada personalidade do rap brasileiro, o piloto dos Racionais MC's, uma das vozes das periferias do país - posição rejeitada por ele, mesmo depois de ter guiado o único grupo nacional de rap capaz de vender 1,5 milhão de discos oficialmente no Brasil até hoje (sem contar outros cerca de quatro milhões na conta da pirataria). Mas aquele Mano Brown conhecido pelo Brasil "estava condenado a virar estátua, sem utilidade", como ele mesmo diz, na sua autodefinição.

"O Racionais parece ter uma cartilha a seguir e não fomos nós que a escrevemos. Foi a opinião pública. Somos reféns das palavras, mas não posso ser refém de nada, nem do rap. Vamos quebrar. Aquele Mano Brown virou sistema viciado, uma estátua óbvia demais. Pergunta tal coisa que ele vai responder tal coisa. Eu estava mapeado e rastreado", constata. Para registrar parte desta nova fase, foram quatro encontros e cerca de 15 horas de conversas mantidas ao longo de 11 dias do mês de novembro último, incluindo uma sessão de fotos - colada em uma outra sessão para ouvir algumas das novas músicas, ainda inéditas. Neste bonde estão o músico com formação clássica e compositor William Magalhães, filho do lendário Oberdan Magalhães, alma da fábrica de samba-soul-funk Banda Black Rio, e o rapper Marcos Dias Carneiro, o Dom Pixote, a quem Brown vez ou outra chama de Fiote. Antes de ter sido assassinado em alguma rua da Babilônia paulistana, o irmão mais velho de Dom Pixote o ensinou a ouvir Racionais. Para Brown, o talento de Pixote no rap é a vingança do irmão de sangue.

Cinco dias após o encontro no lado oeste, Mano Brown chega à casa da veterana fotógrafa inglesa naturalizada brasileira Maureen Bisilliat, no coração dos Jardins, bairro elitizado paulistano. Está a bordo de um Audi A3 preto. No bolso, uma onipresente escova de dentes.

Ele e a dona da casa se admiram. "Ela tem uma mente mil grau", diz. Sempre quando atraca por lá, faz questão de já saltar do carro e ir direto apertar as mãos dos trabalhadores da rua, os manobristas, os seguranças, os porteiros. "Gente que serve os bacanas" e gosta de sua música e de seu jeito.

Na cadeira de balanço da sala repleta de fotografias e peças de arte do Xingu, o rapper tenta organizar os pensamentos, milhares e difusos. "Tenho tanta coisa para falar, meu Deus do céu." Está de regata branca, tatuagens à mostra. Do antebraço esquerdo salta um mapa do continente africano. Do braço direito, uma cruz onde se lê "Provérbios 15-16-17". Ele já foi do candomblé e frequentou igrejas evangélicas. Hoje, diz não ter mais credo. Levanta, vai até o cinzeiro, apaga o cigarro. "Sou contra a religião. Porque virou empresa. Deus está nas pequenas coisas." A cruz na pele é a mesma estampada na capa do disco Sobrevivendo no Inferno, marco de 1998.



Você confere mais fotos e lê esta matéria na íntegra na edição 39, dezembro/2009
São Paulo e Rio de Janeiro: nas bancas a partir de 11/12
Outros estados: nas bancas a partir de 14/12

By Rolling Stone

Tudo que você precisa saber sobre o Breaking

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopCCostuma-se dizer que um B-Boy completo (porém básico), de acordo com os dançarinos do meio da década de 70, é aquele que realiza sua apresentação em 3 partes principais, sendo elas:


1°- Top Rock: É quando o B-Boy dança na vertical, em pé. Geralmente funciona como uma entrada na roda e preparação para o resto de sua performance.

2°- Footwork: como o próprio nome diz, é um trabalho feito com os pés, geralmente agachado, seria uma espécie de sapateado agachado, com chutes ao ar, etc…



3°- Freezes: é um “congelamento” no qual o B-Boy tem o ápice de sua apresentação. O Freezes é uma pose na qual o B-Boy pára, os bons freezes geralmente duram no mínimo 2 segundos e quanto maior o grau de dificuldade de execução, maior a sua qualidade.


É claro que os “Powermoves” e Saltos também podem ser incorporados, desde que o sejam feitos como dança, ou harmonicamente incorporados a ela.



Diferença entre Breaking e Rockin:

Rockin e Breaking têm cada uma a sua história própria e são
de diferentes escolas...Breaking tem sua maior influência na ERA
James Brown. Quem dança Breaking é B-Boy.


Rockin vem das Gangs Originais de Nova Yorque, mas ERA Disco
também teve influência decisiva sobre o Rockin, bem como James Brown.
Quem dança Rockin é um Rocker. O Rockin é também conhecido como
Up-Rockin ou Brooklyn Rock, este é o estilo no qual fazemos a
simulação de uma briga enquanto se dança, seu objetivo é marcar,
pegar o adversário desprevenido (burn) marcando assim pontos como
se de fato tivesse sido acertado algum golpe.

B-Boy = abreviação para Break Boy, Beat Boy ou Bronx Boy.


De onde vem o nome B-Boy:
A palavra B-Boy foi primeiramente usada por KOOL HERC.
Ele deu esse nome a todos os dançarinos do início dos anos 70,
e esta passou a ser uma designação a um Grupo de Elite de
Dançarinos que participavam nas festas de KOOL HERC.


Primeiros B-Boys
[Existem muitos dançarinos] nos pioneiros que foram considerados
os primeiros no início da década de 70: “SASA, TRIXIE, THE NIGGA
TWINS, EL DORADO MIKE, CLARK KENT, THE AMAZING BOBO, JAMES BOND,
SISTA BOO” e muitos outros.

Primeira Batalha de B-Boys documentada:
Rock Steady Crew Vs Dynamic Rockers no USA Roller Rink.


Vários dos movimentos usados por B-Boys têm nome e criador,
portanto é importantíssimo que respeitemos seus criadores bem
como suas origens, pois da mesma maneira que os golpes de Capoeira
têm seus nomes mantidos em português no exterior, devemos também
manter os nomes corretos dos movimentos que fazemos da maneira em
que eles foram originalmente criados, seria justo, no entanto,
que algumas traduções e não modificações sejam aceitas, como por
exemplo, o movimento “Windmill” que no Brasil é conhecido como Moinho de Vento.


MOVIMENTOS DE B-BOYS
1 – Head Spin (Giro de Cabeça)- Uma volta... “SWANE” do grupo ZULU KINGS foi o primeiro a usar o giro de cabeça no estilo B-Boying.
2 – Chair Freezes – este freeze foi inventado por “ROB” também do ZULU KINGS.
3 – CC Long Footwork (6 step ) – esse footwork realizado em seis passos foi inventado por “SPY” do grupo Crazy Comanders


4 – 4 step – O footwork “Four Step” (quatro passos) também foi inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
5 – Swipe (corte) – Inventado por “SPY” do Crazy Comanders.
6 – Baby Bridges (ponte) – Primeiramente usado no B-Boying por Spy do Crazy Comanders.
7 – Chair Freezes feitos de um lado para o outro – feito primeiramente por “BOS” e “SPY”.


8 – Track (Floor) – conhecida como “Hélice” no Brasil, foi criado por “TRACK 2”
9– Primeira versão do Back Spin (Giro de Costas) - criado por “JOJO” da Rock Steady Crew


10 – Segunda inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “Mongo” foi quem criou
11 – Terceira inovação do Back Spin (Giro de Costas) – “CRAZY LEGS” da Rock Steady Crew.
12 – Melhor B-Boy pra montagem de combinações e combos – “MONGO”
13 – Primeira versão do Giro de Mão (chamado 1990’s ou nineties nos EUA) – “TRACK 2” foi o primeiro a usar uma pirueta em quanto fazia a parada de mão enquanto dançava B-Boying.


14- Segunda Versão do Giro de Mão (1990’s ou nineties nos EUA) – “Crazy Legs da Rock Steady Crew” fez esse giro com uma rotatividade muito grande, ou seja girando muito(Spinning).


15 – Hand Glide (escorregão de mão)– primeiramente feito por “(Weeble Rock)”.


16- Windmills ou Contínuos (conhecido como MOINHO DE VENTO no Brasil) – Foi criado por “CRAZY LEGS” enquanto fazia um Backspin (giro de costas) e começou a desenvolvê-lo a partir daí.


17 – Tap Head Spin (Giro de Cabeça Contínuo) – criado por “KID FREEZE”
18 – Air Tracks – conhecido no Brasil como LOKO..., Criado por “KID FREEZE”, é a Hélice (track), mas sem tocar os pés no chão.
19 – Halos – no Brasil é conhecido como “Pião Japonês”, também criado por KID FREEZE, parece uma mistura entre o Moinho De Vento e o Giro de Cabeça.


20- Ninja Freeze – criado por “ICEY ICE” do Dinamic Force, Magic Force e NYC Breakers, é um freeze feito ao sair do moinho, fazendo-se um movimento aéreo e aterrissando na pose de Ninja.
21 – Head Glides - criado por “ICEY ICE” e ou “WAVY LEGS (do Dynamic Rockers)”, o Head Glide é um escorregão de cabeça, feito com as pernas pra cima parecendo um compasso, difere do giro de cabeça pelo fato de as pernas ficarem abertas no head glide e fechadas no head spin.


22 - Axle (também conhecido como Star Track ou Air Flare) – acredita-se que o primeiro a usar este movimento na Dança B-Boying foi “FREDDIE FRESH” no começo da década de 80.
23 – Plank Freeze – é um freeze inventado por “KEN SWIFT” da Rock Steady Crew.


24 – Spyderman Footwork – é o chamado footwork “Homem Aranha” criado por Mr. Wiggles da Rock Steady crew e atualmente membro do Electric Boogaloos.
25 – Air Baby – Freeze inventado por Ken Swift da RSC.


26 – Swirl (redemoinho) – inventado por Sir Swift..., É um giro com os dois cotovelos.
27 – Transição do Moinho de vento (Continuous ou windmill) para o Giro de mão(1900’s) – o primeiro a mudar do moinho para o giro de mão foi “BBOY GERMAN” do Bronx em Nova York.

28 – Wrist 90’s – é a parada de mão com uma mão só com a parte de trás da mão (o pulso)...Mas sem girar..., Ken Swift criou esse conceito.


29 – Wrist 90’s girando – “BOY GERMAN” foi o primeiro a fazer o giro de mão com o pulso (parte de trás da mão).

30 – Primeiro BBoy a incorporar Flares no B-Boying – BBOY GERMAN

31 – Elbo Slide - é um escorregão (slide) com o cotovelo, criado por Ken Swift

32 – Double Leg Sweeps – conhecido como “Esquadro” no Brasil, usado primeiramente por POW WOW do Soul Sonic Force.

33 – Elbo Spin – giro de cotovelo, criado por Kid Freeze.

34 – Bouncin CE CE’s – criado por Ken Swift e Mr Wiggles.


ESTILOS DE MOVIMENTOS DO BREAKING.

ESTILOS VERTICAIS: (Top Rock)

Indian Step ou Top Rock Basico:

É aquele passo comum que todo B-Boy faz de Top Rock com um
passo para cada lado marcando a batida mais forte.


Up Rock ou Brooklyn Rock:

É um estilo desenvolvido pelos “Rockers” do Brooklyn e cena
mais comum vista é quando 2 Rockers(ou Bboys), se enfrentam
usando gestos que parecem agressões um contra o outro com o
objetivo de tirar seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo
seguido. Criado entre 1967 / 1969 por com o objetivo de tirar
seu oponente do ritmo (batida) que esta sendo seguido.
Criado entre 1967 / 1969 por Rubber Band e Apache no Brooklin,
alguns anos depois essa dança foi desaparecendo mas sua herança
foi deixada para os b.boys que ainda o fazem.


Charlie Rock:

Estilo inspirado em Charleston, mas adaptado a parecer
Funkeado pelos Bboys e Rockers.


Latin Rock:

Um estilo feito por latinos com um toque de Salsa

Python Style(estilo Jibóia):

Estilo criado por Ken Swift que imitava os movimentos de
um filme de Kung Fu.


Truck (caminhão):

É um estilo criado nos anos 70 e ensinado a Rock Steady Crew
por um famoso MS do Cold Crush 4 chamado “Almighty K Gee”.
Esse Top Rock involve movimentos que parecem como se estivéssemos
dirigindo um caminhão enquanto fazemos o Top Rock com movimentos
de um lado para o outro e dando a impressão de um pulo prolongado.


Boyoing(Top Rock):

É um estilo “impostor” de Top Rock.

Peace (PAZ) e Power Freeze:

Sim! Top Rockers também possuem freezes. Esse freeze é feito
com uma mão no chão e as pernas extendidas e separadas ou com os
joelhos levemente flexionados e a outra mão fazendo ou um sinal de
paz, ou um sinal de força com os punhos cerrados.
Você deve “embaralhar” os pés causando uma ilusão de arraste dos pés.


JERKS(Brooklyn style):

Rotações das mãos enquanto se dança com os pés e jogadas
(sacudidas) de corpo. Feito durante as transições de uma música pra outra.

SLEEPERS(Brooklyn Style):

Feito de maneira similar ao Baby Freeze, cruzando, chutando
e trançando as pernas durante os movimentos.

FOOTWORK

CC Long:

Atualmente conhecido como 6 step(six step), que é um nome que a Rock Steady Crew atribuiu a esse estilo de Footwork que leva 6 passos pra completar uma volta.

4 STEP(four step):

Footwork que leva 4 passos pra completar um volta.

Boyoing:

Um estilo “impostor” de Footwork feito pelos Bboys do meio da década de 70. É mais feito por Frosty Freeze da Rock Steady Crew.

ELBO Rock:

Footwork usando os cotovelos ao invés das mãos.

The Russian (o russo):

Estilo de footwork baseado na dança russa que se dança agachado chutando o ar, mas aqui ele é feito com um movimento de um lado para o outro e com as mãos tocando o solo entre cada oscilação. È mais feito por Ken Swift, Wicket, Flo Master, Crazy Legs.

Knee Rock:

Estilo de footwork do final dos anos 70 que usa os joelhos ao invés dos pés como forma de enfeite (especialmente o 6 step e o 4 step).

3 Step Baby Swipe:



Estilo de footwork feito em 3 passos, porém com cada um deles marcados de maneira forte, como um corte, uma pancada. Criado entre o fim da década de 70 e o começo da década de 80. Feito mais por Ken Swift (seria o footwork rock steady).

Double Leg Kicks:

Footwork feito imitando o movimento de Sammy Davi JR que no meio de seu estilo de footwork chutava o ar, pra cima com as duas pernas simultaneamente enquanto trocava de uma mão para a outra (chutar as duas pernas e ficar com uma mão no chão).

Spyder Style:

(Não deve ser confundido com o movimento no qual se traz as duas pernas por cima dos ombros). O estilo Spyder (aranha) era feito no fim dos anos 70. É um estilo no qual você fica em 4 apoios com o corpo de frente para o solo e faz-se um movimento que dá um “efeito de aranha”(usualmente feito como um estilo de transição entre dois estilos diferentes de footwork). Mais feito por Mr Wiggles, Bboy Steve(LV), Floor Rock.


FREEZES

Baby Freeze (original):

Caindo no solo de lado chutando o dedão ou dando birra.

Baby Freeze:

Pressão balançando sobre as mãos com uma perna no joelho da outra (às vezes feito com ambas às pernas abrindo e fechando como tesouras).

Chair Freeze:

O Chair freeze é similar ao Baby freeze, mas no Chair freeze a perna de trás (baixo) toca o solo e a outra perna fica cruzada as parte superior da perna de trás.

Hollow Back:

conhecido como escorpião no Brasil, ponte sem tocar o solo) Introduzido no B-boying por Kid freeze, e aperfeiçoado por Kid Float no começo dos anos 80. É uma parada de mão com seus pés caindo pra trás até quase tocar o solo.

Air Baby:

É a posição do Baby freeze, mas balançando sobre as mãos como numa parada de mão, mas com um dos cotovelos no joelho (e algumas vezes em uma só mão) era chamado de “dady bear”.

Ninja Freeze:

È um freeze que vem de um movimento de rápida torção, que aterrissa em uma posição de Ninja. Quem freqüentemente faz esse freeze é Icey Ice, Next One.

Plank Freeze:

É um Baby freeze, só que com as pernas extendidas (criado por Ken Swift).

Hi Plank:

É um freeze de parada de mão feita somente com uma mão, e com a outra mão na testa ou qualquer outro lugar (inspirado no Plank freeze… criado por Flo Máster e Quick Step).

One Hank Crutch / Flo Freeze:

Inspirado no famoso freeze de capoeira (queda de rins), difere pelos movimentos de tesoura e pelo fato do joelho tocar o cotovelo devendo ficar estático por 2 segundos.


ESTILOS:

Foundation (bases) Inicio dos anos 70:

Esse original estilo de Bboying não é muito parecido com o que fazemos atualmente. Esse estilo ainda permanece nas nossas gerações, mesmo tendo sido criado pela geração de Bboys do inicio dos anos 70.

No início dos anos 70 a base:

Top Rock, Footwork e Freezes não eram o que se considerava Bboying. Quem mais fazia era The Nigga Twins, DST.

Foundation (bases) Meio da década de 70:

O que conhecemos como bboying hoje foi criado por essa geração, Rock Steady crew foi uma dos últimos grupos a manter esse estilo na sua mais pura forma.

TEXT (texto):



Estilo de Bboying que envolve juntar muitos pequenos movimentos e footwork pra criar uma grande combinação (criada por Ken Swift, mas inspirado nos Bboys que ele cresceu assistindo como SPY e GREGO).

Abstract (abstrato):

Versão não ortodoxa do estilo TEXT com a adoção dos Power Move (criada por Remind). Mais visto em b.boys como Remind, Crumbs, Vietnam etc…

Power / Gimnastic:

Esse estilo foi originalmente feito como dança, utilizando tipos de movimentos de ginástica fundidos com Breakin. Porém feitos como dança e não como esporte cheio de tricks (brincadeiras, zuação, etc). Qualquer coisa que precise de força é incluída no estilo “power” (criado por Bboys como Track 2, Icey Ice, german, Float, Kid Freeze). Observamos esse estilo em b.boys como Wicket, Ivan, Iron Monkey.

Threads:

Estilo que imita a passagem da linha no buraco de uma agulha, porém feito com as partes do corpo (inovado por Mr Wiggles no começo da década de 80). Tem-se nomes como Gizmo, Vengeance, Crumbs.


ALGUNS SPIN MOVIES

Spin Movie é todo movimento de “giro”, todo movimento giratório que um b.boy faz.
Confundido com o Power Movie, esse movimento giratório deve ser executado de maneira correta, ou seja, dançada de acordo com os fundamentos da dança. Os Power Movies são movimentos de grande impacto e não de giro continuo como os spins.

NOMES DE ALGUNS SPIN MOVIES:


Handglide:

Deslizamento lateral, è um Baby Freeze mas girando sobre a mão.

* Crickets:

É o mesmo que o Handglide, mas você deve saltar quando faz o Cricket, é conhecida como “picada ou tartaruga”.

* Jackhammers:

É o mesmo que o Cricket, mas com uma só mão. É conhecida como “picada com uma mão”.

* Sideglide:

(deslizamento lateral) é o mesmo que o Handglide, mas agora, ao invés do seu cotovelo estar no seu abdômen, ele esta na lateral do seu corpo e seu corpo todo gira na lateral e não com o peito voltado para o chão como antes.

* Elbowglide:

(deslizamento com o cotovelo) o mesmo que o Handglide, mas agora sua mão esta no abdômen e seu cotovelo esta no chão. Você gira sobre o cotovelo.

* Fistglide:

(deslizamento com o punho) agora você gira com o punho e não com a palma da mão.

* Headglide:

(deslizamento com a cabeça) o mesmo que o Handglide mas agora você não esta mais com seu corpo na horizontal, seu corpo agora esta inclinado e sua cabeça esta raspando mesmo no chão, é um movimento com mais dificuldade pois é preciso encontrar seu ponto de equilíbrio deixando sua base ( mão) mais próxima na cabeça.

* Donut:

O mesmo que o Headglide mas agora sim seu corpo esta mesmo na vertical e não inclinado como antes.

Back Spin:

Giro de costas.


Wind Mills:

Moinho de vento.

* Genies – moinho de vento com os braços atravessados no tórax.

* Nutcrackers – moinho com as mãos no “saco” (americano).

* Airplanes

moinho com seu braço direito esticado para fora e para o lado tão alto quanto você puder.

* Barrels

moinho com os braços arredondados na sua frente (como se estivesse carregando um barril).

* Sumos

moinho agarrando os joelhos.

* Supermans

moinho com o tórax, onde os braços ficam para a frente ou para o lado (moinho de peito).

* Eggbeaters

moinho com as mãos no quadril.

* Confusions

moinho com a mão na orelha e o cotovelo ao lado no chão.
(Vietnã faz com um cotovelo).

* Body Glides

mesmo que Superman.

* Baby Wind Mills

moinho com as pernas encolhidas e cruzadas nos tornozelos sem o uso das mãos.

* Coffins

mesma coisa que o Baby Wind Mills mas sem cruzar as pernas nos tornozelos. São apenas as pernas encolhidas.

* Tombstones

moinho com as pernas fechadas e em formato de “L” sem o uso das mãos (bastante feito por “Bampy” – Suicidal Life Style), esse movimento foi criado por Babak, o flying monkey.

* Camnomballs

moinho com formato de uma bala de canhão com os braços abraçando os joelhos, como se fosse pular numa piscina.

* Eggbeater Babies

moinho baby com a mão no quadril, inventado por Inferno.

* Double Wind Mills

enquanto faz o moinho sem as mãos, levante suas costas e faça uma volta inteira com a cabeça (mistura de moinho com halos).


* Body Flairs

superman saltando / Body Glide.

Swipes:

Conhecido como “rotor” no Brasil. Seu corpo roda no ar através de um chute e uma porção do corpo sobre o apoio de uma mão.

Head Spin:

Giro de cabeça.

Flare:

movimento giratório com as pernas abertas igual da ginástica olímpica “cavalo de pau”.

Knee Spin:

Giro de joelho. Você apóia seu peso em um joelho ao chão e gira com sua outra perna esticada para a lateral.

A História do Breaking


Breaking, também conhecido como B-boying, parece estar diferente de todas outras espécies de danças.

Em Nova Iorque o fluxo maior de imigrantes pegaram lugar durante o anos 50's e 60's. Todos trouxe ao longo uma peça dele de cultura...goste das pessoas Africanas que trouxeram o ritmo. A influência de dança Africana dentro do Breaking está completamente óbvia, não unicamente por causa da "danças de círculo". Também a expressão B-Boying provavelmente originado da palavra africana "Boioing" que siginifca "pulo, salto".

Já nos anos 50 existido também uma dança especificada Lyndi Hop (também conhecido como Jitterbug-dança dificil e saltitante) que inclui uma seqüência que os homens deixam as mulheres de lado e dançaram mutuamente com rotinas e passos. Talvez eles até mesmo fizeram também alguma coisa na terra...não que havia uma influência direta de que dança para o Breaking mas somente para mostrar você que havia toda espécie de influências e outras danças, gostam de também dança do Tap, Salsa, Afro-cuban e danças Nativas de Americano.

Até mesmo o Charleston (dança dos anos20) que é conhecido como o "Charlie Rock" foi integrada dentro Breaking.

O ponto de início para o Breaking que é originado no Bronx Do Sul (NYC) no começo do anos 70's é chamado o James Brown que vira o hit chamado "Get on the Good Foot". Inspirado por ele, enérgico e quase dança acrobática em estágio, pessoas começaram a dançar "Get on the Good Foot".

Breaking é uma extensão do estilo de dança "Get on the Good Foot" . Juventudes porem deixam de gostar da pista de dança e quebram seus passos e se movem nas seções de Breaking que o DJ Kool Herc gravou duas cópias da mesma canção. Herc apelidou esses dançarinos de Breaking como Break-Boys (mais tarde encurtado para B-Boys).


Nos estágios antecipados esta dança consistia de Toprocks, Floorrocks e Freezes - giros não tiveram ainda dentro do estilo da dança.

Como a tradição de batalha de dança já esteve bem estabelecida naquele tempo e como incorporado dentro da cultura Hip Hop ("lute com criatividade, não com armas"), isto ficou mais e mais uma dança que envolvida ao B-Boy usando sua imaginação para executar o sapateados com os pés, arrastos e outros movimentos de batalha. A meta principal em uma Batalha de Breaking foi bater o "adversário" por existência da mais criativa com passos e freezes e por melhor e mais rápido movimento. Surge também as Crews - grupo de dançarinos que praticam o desempenhado juntamente - foi formado para desenvolver suas próprias rotinas de dança para ficar contra outras Crews.

A primeira Crew conhecida foi chamada The Nigga Twins e com outras crews The Zulu Kings, The Seven Deadly Sinners, Shanghai Brothers, The Bronx Boys, Rockwell Association, Starchild La Rock, Rock Steady Crew and the Crazy Commanderss, eles foram os pioneiros.

Depois alguns anos de desenvolver este novo estilo de dança (as influências principais estiveram cinema de Artes Marciaisl Oriental) havia dancarinos no médio dos anos 70's que teve já habilidades notáveis. O seguinte foi os B-Boys Kings nos meados de 70's: Beaver, Robbie Rob (Zulu Kings), Vinnie, Off (Salsoul), Bos (Starchild La Rock), Willie Wil, Lil' Carlos (Rockwell Association), Spy, Shorty (Crazy Commanders), James Bond, Larry Lar, Charlie Rock (KC Crew), Spidey, Walter (Master Plan) e outros...

A rivalidade de crews maiores durante aquele período foram entre o SalSoul (esta crew muda seu nome mais tarde p/ DiscoKids) e The Zulu Kings assim como entre Starchild La Rock e Rockwell Association.

Naquele tempo esteve ainda somente Freezes, Footworks e Toprocks. Não havia giros!


Pelos atrasado anos 70's um monte de B-Boys antecipados e uma nova geração de b-boys cresceu que até então sabiam os básicos com mais e mais giros em quase toda parte do corpo. Hoje em dia sabemos bem que os movimentos Headspinl, Backspin Continuo (Moinho De Vento) e toda espécie de deslizes e giros foi criado naquele tempo.

Em cerca dos anos 80's havia crews em NY como Rock Steady Crew, NYC Breakers, Dynamic Rockers, United States Breakers, Crazy Breakers, Floor Lords, Floor Masters, Incredible Breakers, Magnificent Force e muito mais. Algum dos melhor b-boys naquele tempo foi caras igual Chino, Brian, German (Incredible Breakers), Dr. Love (Master Mind), Flip (Scrambling Feet), Tiny (Incredible Body Mechanic) e muitos mais.

A rivalidade maior durante aquele tempo foi entre Rock Steady Crew e NYC Breakers assim como entre Rock Steady Crew e Dynamic Rockers. As batalhas de 80's entre essas crews foram atraidas a atenção da mídia.

Em '81 as ABC News mostram uma performance da Rock Steady Crew no Lincoln Center.

Então em '82 uma batalha entre Rock Steady Crew and Dynamic Rockers foi registrado ao filme/documentario " Style Wars" que esteve mais tarde também nacionalmente no PBS e o Breaking encontrado a caminho à Costa Oeste do USA. No mesmo ano o "Roxy" outrora conhecido como um Rollerskate Disco foi reaberto como um Hip Hop Clube.


Em '83 o filme "Flashdance" veio dentro os cinemas e o clipe de vídeo de Malcolm McLarens "Buffalo Gals" foi mostrado em TV. A Rock Steady Crew foi destacada em ambas produções e eles foram visto por toda a parte o mundo por causa do sucesso deste filme e esta canção. Que foi a liberação à explosão de mídia na maioria de países ao redor do mundo. Para todos o Breaking foi alguma coisa nova, alguma coisa que tem nunca tenha sido vista antes, alguma coisa que esteve realmente espetacular e fascinante. Ainda no mesmo ano o filme "Wild Style" saiu e para promover ele o "Wild Style" - teve uma excursão, que foi a primeira excursão internacional destacando a cultura Hip Hop. O MCs, DJs, artistas do Graffiti e Breakers foi também a Londres e Paris e isto foi o primeiro tempo que O Breaking podia ser visto "vivo" na Europa.

Em '84 o filme "Beat Street" saiu que destacava Rocky Steady Crew, NYC Breakers e Magnificent Force e nas cerimônias de fechamento dos Jogos De Verão da Olimpiada de L.A. mais de 100 B-Boys e B-Girls fizeram uma performance! Ainda no mesmo ano o "Swatch Watch NYC Fresh Tour" pegou lugar e o filme "Breakin" foi disparado e um ano mais tarde em '85 também "Breakin 2: Eletric Boogaloo". Ambos sendo filmado numa boate chamada "Radio" (mais tarde "Radiotron")em LA e eles mostraram que estavam continuando no Costa Oeste do USA.

Breaking ficou mais e mais uma tendência e B-Boys apareciam em comerciais (para leite, Right Guard, Burger King...) e espetáculos de TV (Fame, That's Incredible!, David Letterman,...). B-Boys foram até mesmo honrados convidados do príncipe de Bahrain e de Rainha Elizabeth.


Em '85 esteve também a liberação de " "Electro Rock" - um vídeo que foi filmado em uma festa na "Hippodome" em Londres e que mostra o UK Hip Hop (com os convidados do USA).

Em '86 a UK FRESH pegou lugar na Arena de Wembley (Londres) que esteve um dos eventos a maioria dos históricos e maiores b-boys daquele tempo.

Em '87 para a maioria das pessoas e particularmente pela mídia "Breakdance" foi jogado fora. Unicamente alguns b-boys continuaram a praticar e dançar seriamente, não unicamente em Nova Iorque mas no mundo inteiro.

Fonte: Break and Style

Conexões Hip Hop @ Sesc BM‏

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopEvento Conexões Hip Hop (Lançamento do CD 'Antes do Solo' e Leão Conquistador):

Local:

SESC - Barra Mansa:

Show com:

Bgame
1/4 Produções

Serviço:

R$ 8,00 Comunidade
R$ 4,00 Estudantes
R$ 2,00 Comerciarios

Mano Brown e Racionais ensaiam guinada “pop”!

Postado por Klaylton

Conexão Brasil Hip HopOs sinais já estavam no ar, mas se intensificaram nas últimas semanas. O Racionais MC’s, mais importante e respeitado grupo de hip hop brasileiro, prepara-se para lançar um novo CD no qual deixa de lado, em algumas músicas, a temática de cunho social e a agressividade nas letras que sempre caracterizaram o grupo.


Além de canções sobre a “vida loka” dos jovens da periferia envolvidos com a miséria e o crime, celebrizadas em CDs como “Sobrevivendo no Inferno” e “1000 Trutas 1000 Tretas”, o grupo agora volta-se também para outros interesses e parceiros.


O sinal mais evidente desta guinada “pop” já circula no You Tube. Chama-se “Mulher Elétrica”. Bem-humorada, a letra da música contém trechos assim: “Ela é preta na cor loira no cabelo, ela é uma hora e meia em frente ao espelho. Ela é… Ela é Naomi, Ela é Clara, é Nunes, é Donna Summer, Rosa, é Sônia, Ela é Tereza, Ela é Ana, Ela é Glória, Ela é bem Brasil, me engana que eu gosto ela tem tristeza balança o swing rara beleza, Ela é…Onde vai…? Mulher Elétrica Mulher Elétrica 3000 volts”.


Como tudo que diz respeito a Mano Brown e os demais músicos do grupo, há muito segredo envolvido em seus novos movimentos. Uma das novidades – talvez a que venha causar mais surpresa para os fãs – é o rumor que Mano Brown estará na capa da revista “Rolling Stone”, cuja próxima edição chega às bancas no dia 10 de dezembro.
O editor-chefe da revista, Ricardo Cruz, diz não poder confirmar a informação, mas o Último Segundo ouviu de pessoas próximas aos Racionais que está tudo certo –as fotos, inclusive, já foram feitas.


Desde que surgiu à frente dos Racionais, no início dos anos 90, Mano Brown mantém o compromisso de não falar com a chamada grande imprensa. Oriundo do Capão Redondo, na zona Sul de São Paulo, o músico deu raras entrevistas nestes últimos 15 anos, normalmente apenas para veículos alternativos.


Outra novidade sobre Brown é a sua aproximação com a Banda Black Rio. O famoso grupo de funk e soul music, surgido na década de 70, retomou suas atividades no final dos anos 90, liderado por William Magalhães, filho do fundador da banda, Oberdan Magalhães.


Na última sexta-feira 20, Dia da Consciência Negra, Brown cantou quatro músicas no show que a Black Rio fez na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, dentro das atividades do Seminário Internacional da Cultura Digital, um evento destinado a discutir políticas públicas para a área da comunicação.


Acompanhado do rapper Dom Pixote, Brown cantou “O Jogo é Hoje”, música feita por encomenda para a Nike e utilizada na trilha da promoção “Batalha das Quadras”. Originalmente um campeonato de futsal para jovens, no Rio e em São Paulo, realizado em 2008, “Batalha nas Quadras” gerou um CD promocional, produzido pelo músico Ice Blue, dos Racionais, com a presença de vários jovens artistas do hip hop.
A primeira faixa, que dá nome ao disco, intitula-se justamente “O Jogo é Hoje”, e é uma parceria entre Brown (que assina “MB”) e Pixote. A música fala da ansiedade antes de uma partida de futebol, e é outro sinal de mudança de foco das preocupações de Brown e seus colegas dos Racionais.


Chamado de “presidente” por William Magalhães, Brown vestia uma vistosa camisa pólo da Nike, com o logo da empresa estampado no peito – modelo idêntico ao que Pixote usava. Estava bem-humorado, à vontade e simpático – outra novidade para quem já viu algum show dos Racionais.


O Último Segundo ouviu de fontes ligadas à promoção do show que a Nike teria interesse em adquirir os direitos de “O Jogo é Hoje” para utilizá-la em outras campanhas da marca, mas a empresa nega. A Nike “adoraria”, nas palavras de um executivo, ter relações com Mano Brown, “assim como com Gisele Bundchen” e outros formadores de opinião deste quilate.
Em 2007, durante entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Mano Brown travou um curioso diálogo com Ricardo Cruz, o editor da revista “Rolling Stone”, na qual reconhece que, para ele mesmo e para seus fãs, soa estranho utilizar roupas e tênis do fabricante americano.


Pergunta: Você conseguiu, Brown, fazer uma revolução interna no seu jeito de ser, de pensar? Você conseguiu lutar contra os seus, suas próprias contradições, seus próprios medos? Você consegue isso hoje?


Resposta: Na verdade, as contradições só acabam quando morre, né? Tipo, eu era um cara, hoje eu estou de Nike no pé, mas eu já xinguei a Nike muito por aí. Entendeu? Mas eu descobri também que a Adidas não me dá nada se ficar falando mal da Nike. Eu derrubo um e levanto a outra. A Adidas é dos alemães, não são nada. Estou de Nike, o KL Jay não usa Nike, vai ver o Nike que o Blue tá no pé? Entendeu? É contradição, Racionais é isso, é quatro caras, quatro mentes, quatro idéias, entendeu, meu? Eu sou o mais confuso dos quatro sou eu mesmo.

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Postado por Klaylton
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Postado por Klaylton
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Postado por Klaylton
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Postado por Klaylton
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